sexta-feira, 18 de maio de 2012

Testemunhas da Ressurreição

Pastor Sérgio Fernandes

1 Coríntios 15:5 - E que foi visto por Cefas, e depois pelos doze.

Paulo dedicou uma farta porção de sua primeira epístola aos Coríntios para falar da ressurreição (a de Cristo e a nossa). Após mencionar que o evangelho pregado por ele enfatizava a certeza da ressurreição (1 Co 15.1-4), ele descreve com propriedade quem foram as pessoas que viram o Cristo ressuscitado.

Citando os apóstolos, Paulo menciona que Pedro foi o primeiro a ver o Cristo, depois os outros na época em que esta carta foi escrita, a maioria deles ainda vivia (vv.6). Depois, foi visto por Tiago, que era irmão de Jesus (vv.7). Por fim, Paulo afirma que Ele próprio viu o Cristo ressuscitado, que apareceu a ele na estrada para Damasco (vv.8).

Nós também podemos testemunhar da ressurreição de Jesus Cristo. Quando sentimos a Sua presença, quando um oração é atendida, podemos perceber que o Salvador vive e está perto de todos aqueles que o amam. Ele está perto de você!

Perseguir o Alvo


                                    Pr. Airton Evangelista da Costa
 
“PROSSIGO para alcançar aquilo para o que fui também preso por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado. Mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus ” (Fp 3.12-14).
   O primeiro passo numa caminhada é o mais importante. Assim como importante é o primeiro degrau de uma escada em que desejamos subir.
   O apóstolo Paulo se coloca na posição de um atleta numa corrida, em que se esforça o máximo para manter a concentração, a fim de atingir o alvo estabelecido por Cristo.
   Nós, que já demos o primeiro passo nessa corrida, continuemos sem esmorecimento. A vida cristã é uma escalada rumo ao céu.  Há dificuldades nesse avanço, mas “nada nos separará do amor de Cristo, nem tribulação, angústia, perseguição, fome nudez; nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem altura, nem profundidade, nem alguma outra criatura...” (Rm 8.35-39).
    Os alpinistas sabem muito bem o que significa manter os olhos fixos no cume da montanha. Não só os olhos, mas todo o ser, alma, corpo e espírito. Jamais cair em desânimo. Jamais ser vencido pelo cansaço. Jamais retroceder.

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