sábado, 21 de julho de 2012

Estou Crucificado com Cristo


                                                  Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal
 
JÁ ESTOU CRUCIFICADO COM CRISTO; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim” (Gl 2.20).
     “Paulo descreve seu relacionamento com Cristo em termos de união pessoal profunda com seu Senhor e de sua dependência dEle. Aqueles que têm fé em Cristo vivem uma vida em comunhão íntima com Ele tanto na sua morte, como na sua ressurreição”.
     “(1) Todos os crentes foram crucificados com Cristo na cruz. Morreram para a Lei como meio de salvação, e agora vivem para Deus por meio de Cristo (v.19). Por causa da salvação em Cristo, o pecado já não tem domínio sobre eles (cf. Rm 6.4,8, 14; Gl 5.24; 6.14; Cl 2.12,20”).
     “(2) Nós, que fomos crucificados com Cristo, agora vivemos com ele mediante sua vida ressurreta. Cristo e a sua força habitam em nós, e se tornam o manancial de toda a nossa vida e o centro de todos os nossos pensamentos, palavras e ações (Jo 15.1-6; Ef 3.17). É mediante o Espírito Santo que a vida ressurreta de Cristo continuamente nos é comunicada (Jo 16.13,14; Rm 8.10,11)”.
     “(3) Participamos da morte e ressurreição de Cristo pela fé, i.e., a crença, a confiança, o amor, a devoção e a lealdade que temos no Filho de Deus que nos amou e se entregou por nós (cf. Jo 3.16). Esse viver pela fé pode ser considerado como o viver pelo Espírito (Gl 3.3; 5.5; cf. Rm 8.9-11).
Transcrição:
Pr. Airton Evangelista da Costa

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Não Como As Ondas Do Mar


"... porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é
levada pelo vento, e lançada de uma para outra parte" (Tiago
1:6).


Samuel Rutherford declarou: "Acredite no amor e no poder de
Deus, mais do que acredita em seus próprios sentimentos e
experiências. Cristo é sua Rocha e esta Rocha não é como a
maré que um dia está alta e no outro está baixa, mas como o
mar."


Muitas vezes perdemos uma grande bênção porque nos deixamos
dirigir por nossas próprias emoções que são completamente
instáveis. Um dia estamos de bom humor e no outro,
totalmente angustiados. Um dia cantamos e dançamos como se
fôssemos a mais feliz das criaturas e no outro choramos e
murmuramos como se fôssemos pobres coitados e derrotados. Um
dia agimos como se fôssemos capazes de mover montanhas com a
oração e no outro, como se fôssemos ateus e inimigos de
Deus.


É preciso que a nossa fé seja inabalável, que a nossa
esperança seja indestrutível, que o nosso "sim" ao Senhor
nunca se torne um "talvez" ou um "não". É importante que
tenhamos a compreensão de que o Senhor tudo pode e que
aquele que crê também tudo pode, em nome do Senhor. É
necessário que não esqueçamos jamais que somos salvos e não
mais perdidos, que somos cristãos que confiam no seu Deus e
não incrédulos que de tudo duvidam.


Cristo é nossa Rocha e nEle estamos firmados e protegidos.
Dele vem a nossa força e o Seu poder não tem limite. Ele nos
faz caminhar em segurança, nos abriga das intempéries, é a
fonte de nossa alegria.


Não podemos ser como as ondas do mar que vão e voltam, que
às vezes estão fortes e outras fracas, que uma hora estão lá
em cima e outras lá embaixo. Os inconstantes não vão a lugar
algum, não realizam seus sonhos, não se firmam no caminho,
não alcançam grandes vitórias.


Você continua oscilando, como as marés, ou já aprendeu a
descansar em Deus?



Paulo Barbosa

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Fobias Religiosas... por André Queiróz


Falsos cristos não são difíceis de serem identificados. Difícil é pensar e abandonar a fobia religiosa. Pensar cansa e o medo paralisa a mente. Uma pessoa preguiçosa e temerosa nada pode fazer por sí mesma e muito menos pelos outros. Da mesma forma que é muito fácil controlar uma pessoa apontando uma pistola para a sua cabeça, é fácil controlar os outros ameaçando com diabos e infernos.

Sim, existem muitas fobias religiosas. Ungidofobia (Também conhecida como Apóstolofobia) – Medo de questionar estes malucos arrogantes auto-entitulados, pois afinal de contas eles são perfeitos e nunca erram. Eles tem o direito de enriquecer com ofertas, inventar novas experiências místicas ridículas e são os guardiões de todas as bençãos de Deus, os novos sumo-sacerdotes da religiosidade. São mais escutados e adorados do que o próprio Senhor Jesus.

Tudo o que eles fazem é perfeito e quem discorda é do diabo. Ciênciofobia – É o medo de analisar as evidências e teorias científicas de fatos que não presenciamos e não fazem parte do nosso universo de sentido. Se sentem afrontados com qualquer opinião contrária a certeza universal que seu líder ensina, como se alguém fosse senhor da verdade absoluta. Triste saber que poucos estudam e que o conhecimento é visto como “desnecessário.” Quando tudo é unção, muitos deixam de ser.

 E, finalmente... Demôniofobia – O medo de quase tudo, especialmente se acreditarmos que o mal é onipresente, onisciente e onipotente. Se Lúcifer queria ser tratado como um deus, os religiosos estão concedendo a sua vontade visto que, através do medo, dão a ele cada vez mais espaço em suas mentes e corações. Existem várias outras fobias que atacam nossa saúde espiritual... Mas a pergunta para pensarmos hoje é: Será que somos verdadeiramente livres em Cristo Jesus? P.S. Uma curiosidade. Existe uma fobia com o número 666, o nome dela em inglês é Hexakosioihexekontahexaphobia. Pesquise na internet se quiser saber mais a respeito.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

HUMILDADE E MANSIDÃO


Em nosso cotidiano, a maioria de nós vivencia uma dura realidade: ter de lidar com estresse, discussões, decadências em diversas áreas da vida, fracassos e desapegos. São raros os que saem ilesos e inertes aos efeitos resultantes desses aborrecimentos que acabaram por tornarem-se diários na vida de qualquer ser vivente. Acomodamo-nos a uma vida cercada de dúvidas e tensões tendo como consequência um caos que enfim é refletido na vida de quem o vivencia. O normal nos dias de hoje é ser anormal nos quesitos que referem-se à saúde. Diria até mesmo que construímos nossas próprias covas por conta de tanta insanidade.
‘Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graça. ’’ (Filipenses 4:6)
Como cristãos, obtemos um convite. Ou melhor, obtemos um convite e mais uma prova do infinito amor de Jesus pela humanidade. Somos convidados a rebelarmo-nos positivamente contra esse costume que se tornou tristemente popular, e que encarcera milhares de pessoas numa corrente doentia e problemática. Talvez essa tenha sido uma das razões pelas quais Jesus, nosso Mestre, foi duramente criticado e julgado por pessoas participantes de um sistema que, naquela época, já escravizava indivíduos.
Jesus oferecia uma paz que parecia extremamente estranha aos critérios dos que O julgavam. E, como pessoas desequilibradas e acostumadas a reagir intempestivamente aos acontecimentos que lhes eram estranhos, essas pessoas aterrorizavam-se com o fato de poder existir alguém que caminhava livremente pelo solo da tranquilidade. Definitivamente, Jesus Cristo incomodava. Sua luz, brilhante demais, naturalmente esclarece os lugares mais obscuros da alma. Alguns cedem e tornam-se conscientes, a partir do poder do Espírito Santo, do poder proveniente do Senhor. Outros relutam em manterem-se cegos.
Geralmente pessoas infelizes tendem a projetar a sua infelicidade no conceito que formam de outras pessoas (caráter, índole, etc.), Como resultado de sua amargura, a compreensão que poderiam ter de vida torna-se limitadamente terrível, e sua espessura mental eclode a ponto de intranquilizar-se por míseros acontecimentos. Essa é a nossa natureza. Enxergando-nos a partir desse aspecto chegamos a conclusão de que realmente é necessário haver uma mudança. Porém a mudança fundamental já ocorreu: Deus tornou-se homem também para mostrar- nos como devemos portar-nos como seres humanos e honrar o privilégio de podermos tomar as decisões certas, inclusive a de ser calmo e humilde. Somos seres racionais treinados a sermos irracionais porque isso favorece este Mundo.
Favoreçamos então ao Mestre, aprendamos com Ele, que nos dá exímias lições de como obter uma estrutura espiritual brilhante como a dEle. Rebelemo-nos positivamente contra este cárcere, louvando ao Senhor Jesus e deixando que a Sua luz transpareça em meio as adversidades que a vida nos atribui. Olhemos para Ele, pois nEle e somente nEle podemos ter descanso verdadeiro. Que possamos ser mansos, humildes e sábios porque Ele quer que os sejamos. A decisão de seguir a Cristo acarreta sérias decisões inclusive a de aceitar ser julgado por este tenebroso mundo, porém cientes de que a vitória está nEle, e que fazemos parte de Seu corpo. Ah, e acredite, Ele sabe o que é melhor para nós.
(MT 11:29) -  “Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.”
Que a graça de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, através da qual escrevo a vocês, esteja conosco eternamente. A Paz do Senhor.
Esther Moore

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Testemunhas da Ressurreição

Pastor Sérgio Fernandes

1 Coríntios 15:5 - E que foi visto por Cefas, e depois pelos doze.

Paulo dedicou uma farta porção de sua primeira epístola aos Coríntios para falar da ressurreição (a de Cristo e a nossa). Após mencionar que o evangelho pregado por ele enfatizava a certeza da ressurreição (1 Co 15.1-4), ele descreve com propriedade quem foram as pessoas que viram o Cristo ressuscitado.

Citando os apóstolos, Paulo menciona que Pedro foi o primeiro a ver o Cristo, depois os outros na época em que esta carta foi escrita, a maioria deles ainda vivia (vv.6). Depois, foi visto por Tiago, que era irmão de Jesus (vv.7). Por fim, Paulo afirma que Ele próprio viu o Cristo ressuscitado, que apareceu a ele na estrada para Damasco (vv.8).

Nós também podemos testemunhar da ressurreição de Jesus Cristo. Quando sentimos a Sua presença, quando um oração é atendida, podemos perceber que o Salvador vive e está perto de todos aqueles que o amam. Ele está perto de você!

Perseguir o Alvo


                                    Pr. Airton Evangelista da Costa
 
“PROSSIGO para alcançar aquilo para o que fui também preso por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado. Mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus ” (Fp 3.12-14).
   O primeiro passo numa caminhada é o mais importante. Assim como importante é o primeiro degrau de uma escada em que desejamos subir.
   O apóstolo Paulo se coloca na posição de um atleta numa corrida, em que se esforça o máximo para manter a concentração, a fim de atingir o alvo estabelecido por Cristo.
   Nós, que já demos o primeiro passo nessa corrida, continuemos sem esmorecimento. A vida cristã é uma escalada rumo ao céu.  Há dificuldades nesse avanço, mas “nada nos separará do amor de Cristo, nem tribulação, angústia, perseguição, fome nudez; nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem altura, nem profundidade, nem alguma outra criatura...” (Rm 8.35-39).
    Os alpinistas sabem muito bem o que significa manter os olhos fixos no cume da montanha. Não só os olhos, mas todo o ser, alma, corpo e espírito. Jamais cair em desânimo. Jamais ser vencido pelo cansaço. Jamais retroceder.

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