quinta-feira, 28 de junho de 2012

Fobias Religiosas... por André Queiróz


Falsos cristos não são difíceis de serem identificados. Difícil é pensar e abandonar a fobia religiosa. Pensar cansa e o medo paralisa a mente. Uma pessoa preguiçosa e temerosa nada pode fazer por sí mesma e muito menos pelos outros. Da mesma forma que é muito fácil controlar uma pessoa apontando uma pistola para a sua cabeça, é fácil controlar os outros ameaçando com diabos e infernos.

Sim, existem muitas fobias religiosas. Ungidofobia (Também conhecida como Apóstolofobia) – Medo de questionar estes malucos arrogantes auto-entitulados, pois afinal de contas eles são perfeitos e nunca erram. Eles tem o direito de enriquecer com ofertas, inventar novas experiências místicas ridículas e são os guardiões de todas as bençãos de Deus, os novos sumo-sacerdotes da religiosidade. São mais escutados e adorados do que o próprio Senhor Jesus.

Tudo o que eles fazem é perfeito e quem discorda é do diabo. Ciênciofobia – É o medo de analisar as evidências e teorias científicas de fatos que não presenciamos e não fazem parte do nosso universo de sentido. Se sentem afrontados com qualquer opinião contrária a certeza universal que seu líder ensina, como se alguém fosse senhor da verdade absoluta. Triste saber que poucos estudam e que o conhecimento é visto como “desnecessário.” Quando tudo é unção, muitos deixam de ser.

 E, finalmente... Demôniofobia – O medo de quase tudo, especialmente se acreditarmos que o mal é onipresente, onisciente e onipotente. Se Lúcifer queria ser tratado como um deus, os religiosos estão concedendo a sua vontade visto que, através do medo, dão a ele cada vez mais espaço em suas mentes e corações. Existem várias outras fobias que atacam nossa saúde espiritual... Mas a pergunta para pensarmos hoje é: Será que somos verdadeiramente livres em Cristo Jesus? P.S. Uma curiosidade. Existe uma fobia com o número 666, o nome dela em inglês é Hexakosioihexekontahexaphobia. Pesquise na internet se quiser saber mais a respeito.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

HUMILDADE E MANSIDÃO


Em nosso cotidiano, a maioria de nós vivencia uma dura realidade: ter de lidar com estresse, discussões, decadências em diversas áreas da vida, fracassos e desapegos. São raros os que saem ilesos e inertes aos efeitos resultantes desses aborrecimentos que acabaram por tornarem-se diários na vida de qualquer ser vivente. Acomodamo-nos a uma vida cercada de dúvidas e tensões tendo como consequência um caos que enfim é refletido na vida de quem o vivencia. O normal nos dias de hoje é ser anormal nos quesitos que referem-se à saúde. Diria até mesmo que construímos nossas próprias covas por conta de tanta insanidade.
‘Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graça. ’’ (Filipenses 4:6)
Como cristãos, obtemos um convite. Ou melhor, obtemos um convite e mais uma prova do infinito amor de Jesus pela humanidade. Somos convidados a rebelarmo-nos positivamente contra esse costume que se tornou tristemente popular, e que encarcera milhares de pessoas numa corrente doentia e problemática. Talvez essa tenha sido uma das razões pelas quais Jesus, nosso Mestre, foi duramente criticado e julgado por pessoas participantes de um sistema que, naquela época, já escravizava indivíduos.
Jesus oferecia uma paz que parecia extremamente estranha aos critérios dos que O julgavam. E, como pessoas desequilibradas e acostumadas a reagir intempestivamente aos acontecimentos que lhes eram estranhos, essas pessoas aterrorizavam-se com o fato de poder existir alguém que caminhava livremente pelo solo da tranquilidade. Definitivamente, Jesus Cristo incomodava. Sua luz, brilhante demais, naturalmente esclarece os lugares mais obscuros da alma. Alguns cedem e tornam-se conscientes, a partir do poder do Espírito Santo, do poder proveniente do Senhor. Outros relutam em manterem-se cegos.
Geralmente pessoas infelizes tendem a projetar a sua infelicidade no conceito que formam de outras pessoas (caráter, índole, etc.), Como resultado de sua amargura, a compreensão que poderiam ter de vida torna-se limitadamente terrível, e sua espessura mental eclode a ponto de intranquilizar-se por míseros acontecimentos. Essa é a nossa natureza. Enxergando-nos a partir desse aspecto chegamos a conclusão de que realmente é necessário haver uma mudança. Porém a mudança fundamental já ocorreu: Deus tornou-se homem também para mostrar- nos como devemos portar-nos como seres humanos e honrar o privilégio de podermos tomar as decisões certas, inclusive a de ser calmo e humilde. Somos seres racionais treinados a sermos irracionais porque isso favorece este Mundo.
Favoreçamos então ao Mestre, aprendamos com Ele, que nos dá exímias lições de como obter uma estrutura espiritual brilhante como a dEle. Rebelemo-nos positivamente contra este cárcere, louvando ao Senhor Jesus e deixando que a Sua luz transpareça em meio as adversidades que a vida nos atribui. Olhemos para Ele, pois nEle e somente nEle podemos ter descanso verdadeiro. Que possamos ser mansos, humildes e sábios porque Ele quer que os sejamos. A decisão de seguir a Cristo acarreta sérias decisões inclusive a de aceitar ser julgado por este tenebroso mundo, porém cientes de que a vitória está nEle, e que fazemos parte de Seu corpo. Ah, e acredite, Ele sabe o que é melhor para nós.
(MT 11:29) -  “Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.”
Que a graça de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, através da qual escrevo a vocês, esteja conosco eternamente. A Paz do Senhor.
Esther Moore

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Testemunhas da Ressurreição

Pastor Sérgio Fernandes

1 Coríntios 15:5 - E que foi visto por Cefas, e depois pelos doze.

Paulo dedicou uma farta porção de sua primeira epístola aos Coríntios para falar da ressurreição (a de Cristo e a nossa). Após mencionar que o evangelho pregado por ele enfatizava a certeza da ressurreição (1 Co 15.1-4), ele descreve com propriedade quem foram as pessoas que viram o Cristo ressuscitado.

Citando os apóstolos, Paulo menciona que Pedro foi o primeiro a ver o Cristo, depois os outros na época em que esta carta foi escrita, a maioria deles ainda vivia (vv.6). Depois, foi visto por Tiago, que era irmão de Jesus (vv.7). Por fim, Paulo afirma que Ele próprio viu o Cristo ressuscitado, que apareceu a ele na estrada para Damasco (vv.8).

Nós também podemos testemunhar da ressurreição de Jesus Cristo. Quando sentimos a Sua presença, quando um oração é atendida, podemos perceber que o Salvador vive e está perto de todos aqueles que o amam. Ele está perto de você!

Perseguir o Alvo


                                    Pr. Airton Evangelista da Costa
 
“PROSSIGO para alcançar aquilo para o que fui também preso por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado. Mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus ” (Fp 3.12-14).
   O primeiro passo numa caminhada é o mais importante. Assim como importante é o primeiro degrau de uma escada em que desejamos subir.
   O apóstolo Paulo se coloca na posição de um atleta numa corrida, em que se esforça o máximo para manter a concentração, a fim de atingir o alvo estabelecido por Cristo.
   Nós, que já demos o primeiro passo nessa corrida, continuemos sem esmorecimento. A vida cristã é uma escalada rumo ao céu.  Há dificuldades nesse avanço, mas “nada nos separará do amor de Cristo, nem tribulação, angústia, perseguição, fome nudez; nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem altura, nem profundidade, nem alguma outra criatura...” (Rm 8.35-39).
    Os alpinistas sabem muito bem o que significa manter os olhos fixos no cume da montanha. Não só os olhos, mas todo o ser, alma, corpo e espírito. Jamais cair em desânimo. Jamais ser vencido pelo cansaço. Jamais retroceder.

www.palavradaverdade.com
http://averdadevoslibertara.webnode.com

sábado, 7 de abril de 2012

Mensagem sobre a Páscoa

 O que o termo páscoa te faz lembrar? Chocolate e coelhinho da páscoa, não é? Mas, creio que você já possa imaginar que páscoa significa muito mais do que isso.

Ouvi dizer que os cristãos adotaram o ovo como símbolo da tumba da qual Jesus ressuscitou, que mais tarde passou a ser feito de chocolate. Já o coelho seria símbolo de fertilidade e de nova vida para alguns povos antigos. Por isso, foi inserido no contexto da páscoa, pois a páscoa tem o significado de restauração.

No entanto, eles não são os melhores símbolos a serem utilizados. Isto porque a páscoa está diretamente relacionada com a figura do cordeiro.

Páscoa vem de uma palavra hebraica que tem um significado de passagem. Foi utilizada pelo SENHOR quando derramou sobre o Egito a última de suas dez pragas, por ocasião da libertação do povo hebreu da escravidão que lhe era imposta por aquele país.

O SENHOR determinou que um cordeiro fosse morto e preparado como alimento, devendo servir de alimento para a família durante aquela noite. Seu sangue deveria ser passado nas portas das residencias. Assim, quando o SENHOR passasse pela terra do Egito e visse o sangue do cordeiro, pouparia a vida do primogênito daquela família. Do contrário, ele morreria.

João Batista, ao ver Jesus Cristo disse:

No dia seguinte João viu Jesus aproximando-se e disse: "Vejam! É o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo! ".
João 1:29
 
Assim como o sangue do cordeiro livrou da morte os primogênitos no Egito, o sangue de Cristo nos livra da morte eterna (ou seja, da eterna separação de Deus!).
 
Quando Cristo morreu na cruz pelos nossos pecados, Ele afastou a ira de Deus daqueles que Nele crerem .
 
Cristo foi morto na comemoração da páscoa dos hebreus, assim como o cordeiro no Egito. Mas ressuscitou, pois é o Filho de Deus!
 
Que nesta páscoa você não se esqueça do Cordeiro de Deus que lhe oferece libertação da escravidão do pecado.
 
Feliz Páscoa!
 
Pr. Nill