quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Estudo Biblico sobre o Halloween - Parte 2

Halloween - Dia das Bruxas

        No dia 31 de outubro muitas pessoas irão participar de festas de "Halloween", popularmente chamado de "Dia das Bruxas" no Brasil. Mas essa festa aparentemente inocente tem estreita ligação com práticas ocultistas, mesmo que muitos não percebam isso.
         Sua origem data de tempos antigos, quando os druidas (magos de origem celta) realizavam cerimônias de adoração ao "deus da morte" ou ao "senhor da morte" em 31 de outubro. Isso acontecia na cerimônia "Samhain" durante o festival de inverno, na qual eram oferecidos sacrifícios humanos. Essa prática ancestral foi sofrendo alterações com o passar do tempo. A Igreja Católica posteriormente tentou cristianizar o "Samhain", declarando o1º de novembro como o Dia de Todos os Santos e o 2 de novembro com o Dia de Finados, sendo que em ambas as datas os mortos eram lembrados.
         Nos Estados Unidos essa festa é muito comum e tem forte apelo comercial, sendo também tema de vários filmes de horror. A imagem de crianças vestidas com fantasias "engraçadinhas" de bruxas, fantasmas e duendes, pedindo por doces e dizendo "gostosuras ou travessuras". Há algum tempo, o Brasil tem se deixado influenciar por muitos aspectos que não fazem parte de sua cultura e tem celebrado essa festa em escolas, clubes e até em shopping centers.
          Diante dessa realidade, devemos nos questionar: Halloween está relacionado às práticas ocultistas modernas?
         Mesmo que hoje em dia Halloween seja comemorado de uma maneira inocente por muitos jovens, ele é levado a sério pela maioria das bruxas, membros do movimento neo-pagão e ocultistas em geral. Antes de continuarmos, devemos destacar que a associação histórica e contemporânea do Halloween com o ocultismo causaram uma espécie de "efeito híbrido" na maior parte da sociedade, de modo que a comemoração do Halloween não é, necessariamente, uma prática totalmente inocente. Ao ler vários relatos sobre o Halloween, pode-se ficar impressionado com o grande número de práticas de superstições e de adivinhação envolvidas com ele. Algumas das superstições e todas as práticas estão relacionadas com o ocultismo.
          É preocupante o quanto as superstições podem controlar ou dirigir a vida de uma pessoa de maneiras terríveis. Mais ainda, as verdadeiras práticas de adivinhação sempre trazem conseqüências. Na verdade, desde as décadas finais do século dezenove, o Halloween tem sido lembrado como um período "para se usar amuletos, lançar maldições e se fazer adivinhações". Como já dissemos, isso está relacionado aos antigos druidas, pois o "Samhain" marcava o início de ano novo, o que resultou num interesse em adivinhações e previsões sobre o que o próximo ano traria.
         No Halloween se cria (e ainda á assim em certos lugares) que seguir um ritual em particular pode fazer com que a imagem do seu futuro cônjuge apareça atrás de você:
"Muitas crenças surgiram sobre como invocar a imagem do futuro esposo ou esposa de alguém. As garotas criam que caso alguém ficasse diante do espelho, comendo uma maçã, à meia-noite, a imagem de seu futuro esposo apareceria de repente diante dela. Se nenhuma imagem aparecesse, isso significava que a garota ficaria solteirona".

         No sul dos Estados Unidos existia há um costume baseado na crença dos druidas de que o desespero de uma vítima de sacrifício humano podia revelar previsões para o futuro.
"Punha-se fogo numa tigela com álcool, e atirava-se no fogo ‘oferendas’ tais como figos, cascas de laranja, passas, castanhas e tâmaras envoltas em papel alumínio. A garota que tirasse a melhor das oferendas do meio do fogo iria conhecer seu futuro esposo dentro de um ano".

         A preocupação com tais atividades pode ser vista na seguinte declaração do Livro Americano dos Dias (American Book of Days):
"Vários meios de adivinhação do futuro eram usados no Halloween e os resultados eram aceitos com toda seriedade".

         Em outras palavras, quando estamos lidando com tentativas sérias de adivinhar o futuro – seja em relação ao futuro em geral, ao futuro cônjuge, ou sobre a vida e a morte - as conseqüências na vida das pessoas podem ser muito maiores do que simples brincadeiras.
         Hoje em dia outras práticas ocultistas estão presentes no Halloween. Em New Orleans o "Museu do Vodu apresenta normalmente um ritual de Halloween no qual as pessoas podem ver rituais de vodu reais". Na cidade de Salem, estado de Massachusetts, um festival de Halloween acontece de 13 a 31 de outubro incluindo uma mostra de parapsicologia.
         Na bruxaria moderna o Halloween também é considerado uma noite especial. Um livro conhecido sobre o movimento neo-pagão relata o seguinte sobre esses dias importantes de celebração da bruxaria:

"As grandes cerimônias de sabbat são: o ‘Samhain’ (Halloween), o Ano-Novo celta (nesses dias acredita-se que os portais entre os mundos estão enfraquecidos, e então ocorrem contatos com os ancestrais), ‘Oimelc’ (1º de fevereiro, festival da purificação de inverno)... ‘Beltane’ (1º de maio, o grande festival da fertilidade)... diferentes linhas da bruxaria... tratam esses festivais de maneiras diversas. Mas quase todas as linhas celebram pelo menos o ‘Semhain’ e o ‘Beltane’".
        Algumas bruxas tiram o dia de folga de seu trabalho para comemorarem essa data especial para elas, enquanto outras chegaram a tentar o fechamento das escolas para a comemoração desse grande sabbat.
         Muitos grupos satânicos também consideram o Halloween uma noite especial, em parte porque ele "tornou-se o único dia do ano em que se acredita que o diabo possa ser invocado para revelar os futuros casamentos, problemas de saúde, morte, colheitas e o que acontecerá no próximo ano". Na verdade a bruxaria e o satanismo têm certas semelhanças. Mesmo que sejam coisas distintas, e mesmo que se dê legitimidade às declarações do movimento neo-pagão que desdenha o satanismo, devemos lembrar o claro ensino bíblico de que o diabo é a fonte de poder por trás da bruxaria e de todas as formas de ocultismo. A ex-bruxa Doreen Irvine declara:
"a bruxaria negra não está distante do satanismo... Praticantes da bruxaria negra têm um grande poder e não devem ser subestimados... Eles podem até exumar covas recentes e oferecer os corpos em sacrifício à Satanás".

         Além disso tudo, o costume de pedir balas e doces fantasiados de bruxas, vampiros, fantasmas, etc., que é comum nessa festa, está relacionado com os espíritos dos mortos na tradição pagã e até católica. Por exemplo, para os antigos druidas "os espíritos que se acreditava andarem de casa em casa eram recepcionados com uma mesa farta para um banquete. No final da refeição, os habitantes da cidade fantasiados e com máscaras representando as almas dos mortos iam em procissão até os limites da cidade para guiar os fantasmas para fora". As máscaras e fantasias usadas no Halloween podem ser relacionadas também com a tentativa de certas pessoas de se esconderem para não serem vistas participando de cerimônias pagãs ou ,como no xamanismo e em outras formas de animismo, mudar a identidade de quem as usa para que possa se comunicar com o mundo espiritual. As fantasias podem ser usadas também para afugentar espíritos maus.
         Depois de fazermos essas considerações sobre o assunto, tendo em vista que o Halloween está associado a práticas de bruxaria e ocultismo, devemos analisar qual deve ser nossa atitude em relação a essa festa, que mesmo sendo vista secularmente como um passatempo tem implicações sérias.
         Devemos nos perguntar: Que princípios bíblicos devem ser usados para discernir esse assunto?
         As Escrituras nos dizem que o homem espiritual julga todas as coisas e que no futuro irá também julgar os anjos. Então somos competentes o suficiente para julgar assuntos triviais agora (1 Coríntios 2,15; 6.3). Se julgarmos todas as coisas e retermos o que é bom, abstendo-nos de toda forma de mal, estaremos cumprindo com nossa obrigação (1 Tessalonicenses 5.21,22). Então vamos examinar esse assunto para chegarmos a uma posição bíblica sobre o Halloween.
         Se na celebração de Halloween existem atividades envolvendo práticas genuinamente ocultistas, as Escrituras são claras em afirmar que devem ser evitadas. Tanto o Antigo como o Novo Testamento fazem referência às práticas de bruxaria, encantamentos, espiritismo, contatos com os mortos, adivinhações e assim por diante – e todas essas coisas estão potencialmente ligadas ao Halloween.
"Não vos voltareis para os necromantes, nem para os adivinhos; não os procureis para serdes contaminados por eles. Eu sou o SENHOR, vosso Deus" (Levítico 19.31).

"Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; ... Porque estas nações que hás de possuir ouvem os prognosticadores e os adivinhadores; porém a ti o SENHOR, teu Deus, não permitiu tal coisa" (Deuteronômio 18.10,11,14) .

"[Rei Manassés de Judá] queimou seus filhos como oferta no vale do filho de Hinom, adivinhava pelas nuvens, era agoureiro, praticava feitiçarias, tratava com necromantes e feiticeiros e prosseguiu em fazer o que era mau perante o SENHOR, para o provocar à ira" (2 Crônicas 33.6).

         Em nenhum lugar na Bíblia vemos essas coisas como sendo aceitáveis diante de Deus. À luz desses versículos, ninguém pode argumentar logicamente que a Bíblia apóia tais práticas. (John Ankerberg e John Weldon)


Apêndice I:

         A palavra Halloween tem origem na religião católica. E uma contração da expressão “Ali Halíows Eve”, que significa véspera do Dia de Todos os Santos.
         Uma das lendas sobre essa festa tem origem celta e fala que os espíritos das pessoas que morreram no ano anterior voltam nesta data à procura de corpos vivos para possuir e usar pelo próximo ano. Os cel­tas acreditavam ser esta a única chance de vida após a morte.
         Como os vivos não queriam ser possuídos, na noite de 31 de outubro eles apagavam as tochas e fogueiras de suas casas, para que elas se tornassem frias, colocavam fantasias de monstros e saíam às ruas para assustar os espíritos.
         O Halloween foi levado para os Estados Unidos em 1840, por imigrantes irlandeses que fugiam da fome pela qual seu país passava.
         As bruxas também têm papel importantíssimo no Halloween. Não é à toa que a data é conhecida como “Dia das Bruxas” em português. Segundo vá­rias lendas, elas se reuniam duas vezes por ano, durante a mudança das estações - no dia 30 de abril e 31 de outubro. Chegando em vassouras, elas participavam de uma festa cujo anfitrião era o Diabo e jogavam maldições e feitiços nas pessoas.

Autor: Compilado

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Estudo Biblico sobre o Halloween - Parte 1

Halloween - O Festival dos Mortos


         O Samhain, mais conhecido como Halloween, originou-se nos antigos festivais de outono dos celtas. Eles viveram há centenas de anos onde, atualmente, é Grã-Bretanha e o norte da França. Os celtas eram guias espirituais influentes ligados à magia e feitiçaria. Acreditavam que o Ano Novo deveria ser comemorado no último dia de outubro. Para esse povo, o véu entre o mundo dos vivos e dos mortos, nessa noite, se tornava mais frágil, sendo o momento ideal para se comunicar com os que já morreram. Os celtas acreditavam que os espíritos dos mortos voltavam ao antigo lar para ter contato com os entes queridos e, se os vivos não providenciassem alimentos para eles, coisas terríveis poderiam acontecer.     
         Se não houvesse uma receptividade nesse dia, os mortos atormentariam os vivos e a noite seria de medo. Temendo a ação dos espíritos, os celtas acendiam fogueiras para honrar os deuses e sacrificavam-lhes animais. Eles temiam que os mortos dizimassem seus rebanhos e destruíssem suas casas. Para confundir os espíritos, os celtas se vestiam de preto e usavam máscaras. Os sacrifícios eram ofertados num altar adornado com maçã, símbolo da vida eterna. O vinho era substituído por sidra ou suco de maçã. Tudo isso acontecia em ritmo de muita música e dança.
         Muitos desconhecem a origem do Halloween e embarcam na onda das comemorações. É uma noite de alegria e festa, que está associada aos rituais pagãos da Antigüidade. O Samhain ou Halloween é um dos sabbats (feriados da roda do ano) comemorado no dia 31 de outubro no hemisfério norte e, no dia 30 de abril, no sul, marcando o início de um novo período na vida. É o festival dos mortos, onde os espíritos dos seres amados e dos amigos, já falecidos, devem ser honrados. O sentido do Halloween é sintonizar os vivos com os mortos e enviar-lhes mensagens de amor e harmonia. Nesse dia, também é celebrado o final do verão e o antigo Ano Novo celta.
        

Halloween - O Festival dos Mortos


         O Samhain, mais conhecido como Halloween, originou-se nos antigos festivais de outono dos celtas. Eles viveram há centenas de anos onde, atualmente, é Grã-Bretanha e o norte da França. Os celtas eram guias espirituais influentes ligados à magia e feitiçaria. Acreditavam que o Ano Novo deveria ser comemorado no último dia de outubro. Para esse povo, o véu entre o mundo dos vivos e dos mortos, nessa noite, se tornava mais frágil, sendo o momento ideal para se comunicar com os que já morreram. Os celtas acreditavam que os espíritos dos mortos voltavam ao antigo lar para ter contato com os entes queridos e, se os vivos não providenciassem alimentos para eles, coisas terríveis poderiam acontecer.     
         Se não houvesse uma receptividade nesse dia, os mortos atormentariam os vivos e a noite seria de medo. Temendo a ação dos espíritos, os celtas acendiam fogueiras para honrar os deuses e sacrificavam-lhes animais. Eles temiam que os mortos dizimassem seus rebanhos e destruíssem suas casas. Para confundir os espíritos, os celtas se vestiam de preto e usavam máscaras. Os sacrifícios eram ofertados num altar adornado com maçã, símbolo da vida eterna. O vinho era substituído por sidra ou suco de maçã. Tudo isso acontecia em ritmo de muita música e dança.
         Muitos desconhecem a origem do Halloween e embarcam na onda das comemorações. É uma noite de alegria e festa, que está associada aos rituais pagãos da Antigüidade. O Samhain ou Halloween é um dos sabbats (feriados da roda do ano) comemorado no dia 31 de outubro no hemisfério norte e, no dia 30 de abril, no sul, marcando o início de um novo período na vida. É o festival dos mortos, onde os espíritos dos seres amados e dos amigos, já falecidos, devem ser honrados. O sentido do Halloween é sintonizar os vivos com os mortos e enviar-lhes mensagens de amor e harmonia. Nesse dia, também é celebrado o final do verão e o antigo Ano Novo celta.
         No Dia das Bruxas, os convens (grupos de 13 membros adeptos da bruxaria) realizam brincadeiras com dança e música. Tudo é comemorado com muito ponche, bolos, doces e a cor predominante é o preto. Assim como no passado, ainda hoje os bruxos mantêm a antiga tradição dos celtas e os nomes das pessoas, que já morreram, são queimados no caldeirão sem conotação de tristeza. No altar, também não faltam as tradicionais máscaras de abóboras com velas acesas dentro, para espantar os maus espíritos e os duendes que vagam pelas noites do Samhain, que significa “sem luz”, pois para os bruxos, nessa noite, Deus morreu e o mundo mergulhou na escuridão.

Bruxaria vira estilo de vida

         A bruxaria virou hobby e até estilo de vida para algumas mulheres. O lema das feiticeiras é o seguinte: “desde que não prejudiques ninguém, faze como quiseres”. Partindo desse princípio, elas praticam magia, através de feitiços e rituais que variam de acordo com a tradição. Os ritos são praticados ao ritmo das forças vitais, marcadas pelas fases da lua e os feriados sazonais. Uma vez por mês, durante a lua cheia, os bruxos se reúnem para realização de feitiços e rituais extraordinários.
         As feiticeiras do novo milênio são diferentes daquelas que usavam roupas e chapéus pontiagudos e pretos. Elas estudam as propriedades medicinais das ervas, os ciclos da lua e as mudanças climáticas para aplicar tais conhecimentos “de forma terapêutica”.
          As poções mágicas são provenientes das simpatias, rezas e crendices populares. Boa parte do arsenal das bruxas são simpatias e orações para pedir aos “deuses da natureza”, muito evocados pelas rezadeiras. Elas também ficam atentas aos ciclos da natureza. Portanto, quem tem o hábito de cortar cabelos de acordo com as fases da lua é adepto de uma prática de bruxaria sem saber.
         Os feitiços são preparados em qualquer lugar. Mas bosques, jardins ou cozinha são os seus locais prediletos. Esses lugares têm dois pré-requisitos fundamentais para a bruxaria: o clima especial e os elementos que simbolizam a energia mágica que circula no universo – terra, fogo, água e ar. É com a ajuda desses elementos que as feiticeiras elaboram as fórmulas mágicas. Quem pensa que caldeirão, vassoura e varinha são coisas do passado, engana-se. Esses objetos foram substituídos e são usados com freqüência.

Disse Jesus:

        “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8.32). Há pessoas que desconhecem o Evangelho e não sabem que Deus é único e não há outros “deuses” diante d’Ele. Portanto, qualquer prática de consulta aos mortos ou adoração a “deuses”, oferecendo-lhes qualquer sacrifício é abominável ao Senhor. A prova disso está no livro 2 Crônicas no capítulo 33, versículo 6, que diz:
“Queimou seus filhos como oferta no vale do filho de Hinom, adivinhava pelas nuvens, era agoureiro, praticava feitiçarias, tratava com necromantes e feiticeiros e prosseguiu em fazer o que era mau perante o Senhor, para o provocar à ira”. 2 Crônicas 33.6

        Logo, de acordo com a Bíblia, pode-se concluir que a bruxaria não passa de mais uma artimanha do diabo para desviar pessoas do caminho, da verdade e da vida. Ainda segundo a Bíblia, o homem foi criado à imagem e semelhança de Deus para servir só a Ele. O Livro Sagrado também ensina que a pessoa deve ter apenas Jesus Cristo como Senhor e Salvador de sua vida.
“Não vos voltareis para os necromantes, nem para os adivinhos; não os procureis para serdes contaminados por eles. Eu sou o Senhor, vosso Deus” (Levítico 19.31).
Autor: Compilado

No Dia das Bruxas, os convens (grupos de 13 membros adeptos da bruxaria) realizam brincadeiras com dança e música. Tudo é comemorado com muito ponche, bolos, doces e a cor predominante é o preto. Assim como no passado, ainda hoje os bruxos mantêm a antiga tradição dos celtas e os nomes das pessoas, que já morreram, são queimados no caldeirão sem conotação de tristeza. No altar, também não faltam as tradicionais máscaras de abóboras com velas acesas dentro, para espantar os maus espíritos e os duendes que vagam pelas noites do Samhain, que significa “sem luz”, pois para os bruxos, nessa noite, Deus morreu e o mundo mergulhou na escuridão.

Bruxaria vira estilo de vida

         A bruxaria virou hobby e até estilo de vida para algumas mulheres. O lema das feiticeiras é o seguinte: “desde que não prejudiques ninguém, faze como quiseres”. Partindo desse princípio, elas praticam magia, através de feitiços e rituais que variam de acordo com a tradição. Os ritos são praticados ao ritmo das forças vitais, marcadas pelas fases da lua e os feriados sazonais. Uma vez por mês, durante a lua cheia, os bruxos se reúnem para realização de feitiços e rituais extraordinários.
         As feiticeiras do novo milênio são diferentes daquelas que usavam roupas e chapéus pontiagudos e pretos. Elas estudam as propriedades medicinais das ervas, os ciclos da lua e as mudanças climáticas para aplicar tais conhecimentos “de forma terapêutica”.
          As poções mágicas são provenientes das simpatias, rezas e crendices populares. Boa parte do arsenal das bruxas são simpatias e orações para pedir aos “deuses da natureza”, muito evocados pelas rezadeiras. Elas também ficam atentas aos ciclos da natureza. Portanto, quem tem o hábito de cortar cabelos de acordo com as fases da lua é adepto de uma prática de bruxaria sem saber.
         Os feitiços são preparados em qualquer lugar. Mas bosques, jardins ou cozinha são os seus locais prediletos. Esses lugares têm dois pré-requisitos fundamentais para a bruxaria: o clima especial e os elementos que simbolizam a energia mágica que circula no universo – terra, fogo, água e ar. É com a ajuda desses elementos que as feiticeiras elaboram as fórmulas mágicas. Quem pensa que caldeirão, vassoura e varinha são coisas do passado, engana-se. Esses objetos foram substituídos e são usados com freqüência.

Autor: Compilado

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Estudo Biblico sobre o Halloween - Introdução

Porque não celebramos o Halloween?


Introdução

         Esse estudo foi criado para educar os cristãos sobre o verdadeiro sentido do Halloween. Sua origem macabra se dá nos tempos dos adoradores de Baal no Velho Testamento até o dia de hoje. Atualmente, o diabo tem cegado muitos evangélicos mostrando esse feriado como um dia divertido e sem "maldade", onde as criancinhas se vestem com fantasias para pedirem doces nas casas. Essa não é a vontade de Deus na vida de seus filhos!
         Sempre escutei de 95% dos americanos que conheci aqui nos EUA que isso é uma coisa normal e sem maudade que todos fazem. Pessoalmente, eu nunca concordei com isso, mas por ser um adolescente na época, pensava que eu não podia fazer nada a respeito. Até que um dia eu soube de uma reportagem em que uma bruxa dizia estar alegre, pois até os evangélicos estavam celebrando o feriado dos bruxos, o Halloween. Depois disso, me senti incomodado a fazer algo a respeito e tomei como base o seguinte versículo:
"Não participem das coisas sem valor que os outros fazem, coisas que pertencem a escuridao. Pelo contrario tragam todas essas coisas para a luz." Efésios 5:11

         Se "apoiamos" ou "ignoramos" o que o diabo lança no mundo através do Halloween, nunca teremos vitória em Cristo Jesus. Por essa razão, não podemos ficar calados, temos que ser corajosos e trazer tudo à tona! Mostrar a todos de onde e como esse feriado surgiu, o significado dos seus símbolos, do nome, etc. Assim, os evangélicos nao ficarão mais na ignorância pensando que está tudo bem em fantasiar seus filhos para pedirem doces, mas ajudarão a trazer luz para as trevas.
         Gostaria de ressaltar para os irmãos outro versículo:
"Estejam alertas e fiquem vigiando porque o inimigo de voces, o diabo, anda por aí como um leão que ruge, procurando alguém para devorar." I PedroI 5:8

Onde comecou esse feriado?

         Tudo começou no século V A.C., com um povo chamado Celta que habitavam nos países da Irlanda, Inglaterra e França; mas a maior concentração dos Celta se encontrava na Irlanda. Na época, o verão terminava oficialmente no dia 31 de Outubro. Da noite do dia 31 para o dia 1° de Novembro era celebrado o ano novo dos Celta, o qual era também chamado o feriado de Samhain (sow-en), que significa senhor da morte.
         Os Celtas consideravam o dia 1° de Novembro o dia da morte porque as folhas das árvores já estavam caindo, a noite chegava mais rápido e a temperatura caía; ou seja, para eles essa época é outono. Eles acreditavam que o Muck Olla, o deus sol, estava perdendo suas forças por causa do Samhain, senhor da morte. Além disso, eles criam que no dia 31 de Outubro, Samhain ajuntava os espíritos de todas as pessoas que haviam morrido no ano anterior, pois eles (os espíritos) tinham sido confinados a ficar vagando entre a terra e a lua por causa dos seus atos maus, sem chance de ir para o paraíso. Na noite do banquete de Samhain (dia 31), esses espíritos teriam a permissão de voltar para as suas casas e para tentar tomar posse dos corpos das pessoas que ainda viviam, porque, segundo eles, essa seria a única esperança para os espíritos depois da morte.
         Como as pessoas não queriam ser possuídas por espíritos maus, eles tomavam as devidas precausções para se protegerem. Aqui estão três versões diferentes encontradas a respeito das coisas que os Celtas faziam para afastar os epíritos maus:
  • A primeira versão seria que os Padres Druídas teriam convencido muitas pessoas a fazerem rituais macabros com sacrifícios humanos e com animais como oferenda para que Samhain se acalma-se e não deixasse que os espíritos machucassem ou possuíssem ninguém.
  • A segunda versão seria que as pessoas apagavam o fogo de suas casas para torná-las frias e indesejáveis. Depois eles se vestiam com fantasias macabras fazendo muita bagunça e sendo o mais destrutível possível na vizinhança para assustar os espíritos que estavam vagando atrás de pessoas para possuir.
  • A terceira versao inclui a primeira e ainda acrescenta que além dos sacrifícios, as pessoas tinham que oferecer comida e abrigo para esses espíritos, eles amaldicoariam a casa e tomariam posse dos corpos.

         Algumas estórias contam que os Celtas queimavam pessoas na estaca, acreditando que elas ja estavam possuídas pelo espíritos maus. Isso serviria como uma "lição" para eles não voltarem mais para aquele lugar.
         Segundo o pesquisador de feriados George Douglas,
"muitas das tradições do Halloween foram derivadas do antigo festival para o deu Baal. Outras tradições foram originadas dos sinais de luta e de dor das vítimas do fogo dos sacrifícios dos Druídas." (Retirado do: "The American Book of Days", escrito por George William Douglas, revisado por Helen Douglas Compton).

         No livro de Alexander Hislop, The Two Babylons (As duas Babilônias), encontramos os seguinte:

"O deus o qual os Druídas adoravam era o deus Baal, como os intensos rituais de fogo mostravam "
        Nós sabemos que eles ofereciam sacrifícios humanos para seus deuses sangrentos. Também temos evidência que eles fizeram suas crianças passarem por fogo para Moloque, e isso faz com que seja grande a probabilidade deles terem oferecido essas crianças como sacrifício. Comparando Jeremias 32:35 com Jeremias 19:5, descobrimos que apesar dos sacrificios serem para deuses diferentes, ainda e considerado o mesmo sistema." É importante ressaltarmos outra parte do livro:
"os padres de Nimrod ou Baal eram requeridos deles que eles comessem do sacrifício humano oferecido, daí a palavra Canibal ou Cahna-Bal, (Cahna é a palavra enfática para Chan que quer dizer padre), querendo dizer o padre de Baal, no qual hoje em dia é uma palavra usada para descrever o devorador de carne humana." (Retirado do livro: The Two Babylons, Hislop. Ver página 232).

         Mesmo que o nome dos deuses tenham sido trocados em Jeremias (uma vez fala que os sacrifícios era para Baal e a outra diz que era para Moloque), Hislop acredita que as práticas Druídas tinham como base a adoração a Baal, a qual é condenada na Bíblia.
Se esse feriado orinou-se com os Celtas, por que é tão famoso nos EUA?
         Em 1845-46 muitos irlandeses imigraram para Nova Iorque, pois eles estavam passando escassez de batatas, o que era a base da alimentação deles. Esse período foi chamado de "Irish Potato Famine" (Fome Irlandesa de batatas). Por causa da imigração, o feriado dos Druídas foi trazido para os EUA e se espalhou pelo país gradativamente.
         Hoje em dia esse feriado é tão famoso, que só perde para o Natal em questão de entertenimento. O que acabou dando margem a um Mercado que fatura bilhões de dólares todos os anos com cartões, fantasias, filmes, programas de televisao, comercias, tickets para casa mau assombradas etc"
"O Espírito de Deus diz claramente que, nos últimos tempos, alguns abandonarão a fé. Eles darão atenção a espíritos enganadores e a ensinamentos que vem de demônios" 1 Timóteo 4:1

De onde originou-se esse nome?

         A palavra Halloween originou-se da Igreja Católica. (A palavra Hallow em inglês quer dizer santo). Halloween surgiu da junção das palavras "Hallows Eve" (Noite dos santos) que veio do nome All Hallows Eve (Noite de todos os santos). "All Hallows Day" ou "All Saints Day" (o que significa a mesma coisa), é um feriado Católico comemorado para todos os santos no dia 1° de Novembro.
         Então realmente existe uma ligação desse feriado com a Igreja Católica?
         Sim. O feriado do "All Saints"

Autor: Heverson Silva

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Salvação Graciosa Lucas 19.1-10

Introdução

Durante a última semana antes da crucificação, Jesus, na sua última jornada para Jerusalém, foi o Hóspede Salvador do principal dos publícanos na cidade de Jericó, no vale do baixo Jordão, onde se achava a sede dos agentes romanos para regulamentação dos produtos de exportação e importação, entre o Império Romano e o domínio de Herodes.

Luz sobre o texto

• v. 1 - Entrando em Jericó. Depois da cura do cego, que se deu perto da cidade (18.35-45).

• v. 2 - Um dos principais... rico. Tinha cobradores subordinados. Os publicanos principais avaliavam os bens e estipulavam impostos. Por isso, dispunham de meios amplos para se enriquecerem. E Zaqueu, que era judeu de origem, era tido entre o povo como quem se enriquecia ilicitamente.

• v. 3 - Multidão. Alguns peregrinos de Samaria, Galileia, Peréia e, provavelmente, de outras partes, e também outros de Jericó e sua redondeza, porque bem conheciam a Zaqueu.

• v. 4 - Subiu... passar por ali. Para um homem de sua posição, correr assim e subir numa árvore a fim de ver Jesus e conhecê-lo era sinal de um desejo ardente, nascido, sem dúvida, num coração convicto. Provavelmente, ouviu falar da cura do cego, dos poderes e da graça de Jesus.

• v. 5 - Olhando para cima. Conhecia de antemão, justamente como conhecia Natanael (Jo 1.47-48).

• Convém-me pousar na tua casa. Jesus convidou-se a si mesmo para pousar em casa de Zaqueu, assim como está sempre convidando os pecadores a se converterem de seus maus caminhos para serem salvos.

• v. 6 - Recebeu-o com alegria. Obedeceu pronta e alegremente.

• v. 7 - Hóspede de um homem pecador. Os que murmuravam conheciam Zaqueu.

• Todos murmuravam. Para falar bem dos outros nem sempre há unanimidade, mas para criticar é coisa muito comum.

• Pecador. Aqui significa "um que havia abandonado a fé". Zaqueu era, para os judeus, herege, mau, traidor de sua Pátria e mundano.

• v. 8 - Disse a Jesus. Bonita atitude a de Zaqueu. Ele não deu mostras de irritação contra os murmuradores. Quando falou, foi a Jesus. Ótimo exemplo para nós!

• Vou dar... restituirei. Zaqueu, em contato com Cristo, resolve duas coisas excelentes: fazer o bem, usando com sabedoria as riquezas adquiridas na sua carreira pública de funcionário trabalhador. Dar metade dos bens era, sem dúvida, ato de grande generosidade e espírito de sacrifício. Contrasta-se Zaqueu, aqui, com o jovem rico avarento (Mc 10.17-22).

Restituiria ele, também (e esta foi a segunda ação imediata do Zaqueu convertido), o que, porventura, houvesse recebido indebitamente de alguém. Note-se que Zaqueu não diz ter feito isso de plena consciência, mas se alguém se apresentasse como defraudado por ele, pagaria o prejuízo quatro vezes mais, com juros bem grandes.

Zaqueu queria cumprir o espírito das leis do Senhor (Ex 22.1; Nm 5.6-7). Caridade e restituição - eis provas de um coração transformado. Além disso, ficou evidente que sua conversão era mesmo genuína, porque mexeu com seu bolso, tirando daí sua carteira para depositá-la ao serviço do bem e da justiça.

• v. 9 - Filho de Abraão. Isto é, crente, participante das promessas do pacto, filho de Deus pela graça. Os críticos tinham Zaqueu como não membro da família da fé, um apóstata; Jesus o reintegrou nela.

• Casa - Entrou salvação na casa toda? E isso mesmo. Uma alma salva é bênção para muitas outras almas. Certamente o lar de Zaqueu o acompanhou na sua nova vida. Veja você At 2.39-42; 16.14,15; 16.31-33. Cristo salva para que os salvos levem outros a se salvarem em Cristo.

• v. 10 - Veio salvar. Este é um dos textos mais consoladores da Bíblia. Aqui estabelece Jesus, com a clareza da luz meridiana, qual a sua missão e qual o dever dos pecadores. Na rede da graça salvadora cabem todos os pecadores perdidos, caso eles venham.

Estudo da lição


1 - O CRISTO QUE PASSA.

Jesus, às vésperas de entregar-se à prisão e à morte, não deixava de passar por toda parte, semeando profusamente oportunidades de salvação. Este fato inspirou João Diener a escrever a linda poesia: (HE 236)

Há hoje alguém esperando, Para Jesus encontrar?
Venha, não mais se demore. Cristo vai hoje passar!
Ei-lo de mãos estendidas, Cheio de graça sem par.
Oh! que ventura inaudita, Cristo vai hoje passar!

Cristo vai hoje passar! E vem de amor transbordando,
Todos a si convidando, Cheio de graça sem par.
Oh! vinde vê-lo passar!
Há ainda alguém duvidando do seu poder de salvar?
Venha, já, experimente, Cristo vai hoje passar!
O seu poder é divino, O seu amor não tem par.
Ó coração quebrantado! Cristo vai hoje passar!

Há ainda alguém demorando,
Em Jesus Cristo aceitar?
Eis que o Senhor está perto,
Ele vai hoje passar!

O pecador desditoso.
Por que hás de o bem recusar?
Estás ainda hesitanto?!
Cristo vai hoje passar!

"Oh! Vinde vê-lo passar!" Não apenas para vê-lo passar; é também para segui-lo, como Zaqueu o fez.

2 - O LADO DIVINO DA SALVAÇÃO

1. É eletiva e eterna. Abra sua Bíblia e leia com atenção Jo 6.37; 15,16; Rm 9.11-13; Ef 1.4. A salvação do pecador está, antes de tudo, no coração de Deus e é parte integrante de seus decretos eternos.

2. É livre e gratuita. Leia Ef 2.8-9. Não está baseada em nada de bom que porventura Deus visse no homem.

3. É soberana. Leia Mt 20.1-16; Rm 9.14,29. Saulo de Tarso não queria nenhuma salvação que viesse de Jesus Cristo. No entanto, foi salvo so-beranamente por Cristo.
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4. É completa e instantânea. Leia Lc 23.39-43; 19.9. Deus é livre para salvar o pecador e o salva completamente e de uma vez por todas (Fp 2.13)

5. É segura e definitiva. Leia Jo 10.28. Se a salvação fosse obra do homem, hoje ele estaria salvo e amanhã, não. Como a salvação é obra de Deus, o pecador, uma vez salvo, permanece salvo para sempre.

6. É pela iniciativa de Deus. Leia Ap 3.20. Foi Cristo quem convidou Zaqueu a descer da árvore; foi Cristo quem o convidou a hospedá-lo. Se a salvação não partisse de Deus, o homem jamais seria salvo! (Ef 2.8; Jo 3.16).

3 - O LADO HUMANO DA SALVAÇÃO.

1. É preciso que o homem queira.

Leia Mt 16.24-25; 19-17. A Bíblia ensina por toda parte que o homem precisa querer a vida eterna, mas aprendemos que esse querer do homem também vem de Deus (Fp 2.13).
 
2. É responsiva, isto é, o homem precisa responder positivamente ao apelo divino. Leia Ap 3.20. "Se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta..." O homem é um ser responsável e não uma "coisa" impessoal.

3. Exige esforço. Leia Mt 11.12; Lc 13.24; 16.16. O Espírito de Deus é quem dinamiza o homem para que este aja dentro e de acordo com a vontade soberana de Deus.

4. É progressiva e santificante. Leia Fp 2.13; 2 Pe 1.10; 1 Pe 1.14-16. Não existe salvação estática.

5. É para as "boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas" (Ef 2.10). Estas boas obras, preparadas por Deus, significam não apenas atos bons, mas a vida inteira do crente - o que ele é e o que faz.

CONCLUSÕES

Quais os pecadores que podem e devem ser salvos por Cristo?

1. Pecadores proeminentes. Um dos principais dos publicanos. Zaqueu era bem conhecido. Era profundamente odiado. Parece que merecia o ódio devido à sua profissão e sua fama. Mas não estava fora do alcance da graça divina, como nenhum pecador está.

2. Pecadores ricos. "E era rico." Amava o dinheiro. Mamon era seu deus. Entrou em negócios desonestos, somente pelo dinheiro que neles havia. Era culpado, talvez, de extorsão. Mas havia um Deus maior que o deus-dinheiro.

3. Pecadores ansiosos. "Procurava ver Jesus." Primeiro, por curiosidade de ver Jesus. E o Mestre transformou a centelha do seu interesse numa chama ardente e perene.

4. Pecadores obedientes. "E, apressando-se, desceu." O publicano ansioso foi reconhecido pelo Cristo amoroso que se aproximava. O Homem da Galileia tinha uma palavra para o homem de Jericó. Zaqueu reconheceu o seu Senhor; e seu coração respondeu imediatamente à chamada do Amigo.

5. Pecadores receptivos. "E o recebeu com alegria." Os fariseus passavam de largo pelo publicano. Nem um sacerdote atravessaria o seu portal. Era um homem repudiado. Mas Jesus tornou-se o seu Hóspede. E Zaqueu recebeu o grande Hóspede com verdadeira alegria interior.

6. Pecadores criticados. "Todos... murmuravam." Odiavam tanto a Jesus quanto a Zaqueu. Estavam mais interessados no cerimonialismo do que na salvação eterna de alguém ou de si mesmos. Acreditavam mais no ódio do que no amor.

7. Pecadores confessantes. "Senhor." Jesus era agora para Zaqueu mais do que mero profeta itinerante ou famoso operador de maravilhas. Ele o proclamou como o seu Senhor. Ele lamentava na presença do Santo de Israel sua alma pecadora e sua vida corrupta.

8. Pecadores consagrados. "Metade dos meus bens." Amava Zaqueu o dinheiro? Sem dúvida, e de todo o coração, no passado; mas, agora, e dali em diante, o seu ouro seria uma alavanca com que ia mover o mundo. Para mostrar sua fé, dividiu sua fortuna em duas partes e deu uma aos pobres.

9. Pecadores altruístas. "Restituo quatro vezes mais." Não haveria em Jericó e nas cercanias pessoas que duvidassem da conversão de Zaqueu? Não foram elas vítimas de sua ganância? Mas, o publicano convertido mostraria sua fé através da restituição do fruto de sua avidez. Suas vítimas de outrora seriam as primeiras a louvá-lo e a receberem os benefícios de sua nova vida.

PARA VOCÊ PENSAR

1. Quem foi Zaqueu?
2. Explique os vv. 8,9 e 10
3. Que sabe sobre o Cristo que passa?
4. O lado divino é distinto do lado humano da salvação? Explique.
5. Como obter a salvação?
6. Discuta as conclusões da lição.

Autor: Rev. Galdino Moreira

sábado, 21 de julho de 2012

Estou Crucificado com Cristo


                                                  Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal
 
JÁ ESTOU CRUCIFICADO COM CRISTO; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim” (Gl 2.20).
     “Paulo descreve seu relacionamento com Cristo em termos de união pessoal profunda com seu Senhor e de sua dependência dEle. Aqueles que têm fé em Cristo vivem uma vida em comunhão íntima com Ele tanto na sua morte, como na sua ressurreição”.
     “(1) Todos os crentes foram crucificados com Cristo na cruz. Morreram para a Lei como meio de salvação, e agora vivem para Deus por meio de Cristo (v.19). Por causa da salvação em Cristo, o pecado já não tem domínio sobre eles (cf. Rm 6.4,8, 14; Gl 5.24; 6.14; Cl 2.12,20”).
     “(2) Nós, que fomos crucificados com Cristo, agora vivemos com ele mediante sua vida ressurreta. Cristo e a sua força habitam em nós, e se tornam o manancial de toda a nossa vida e o centro de todos os nossos pensamentos, palavras e ações (Jo 15.1-6; Ef 3.17). É mediante o Espírito Santo que a vida ressurreta de Cristo continuamente nos é comunicada (Jo 16.13,14; Rm 8.10,11)”.
     “(3) Participamos da morte e ressurreição de Cristo pela fé, i.e., a crença, a confiança, o amor, a devoção e a lealdade que temos no Filho de Deus que nos amou e se entregou por nós (cf. Jo 3.16). Esse viver pela fé pode ser considerado como o viver pelo Espírito (Gl 3.3; 5.5; cf. Rm 8.9-11).
Transcrição:
Pr. Airton Evangelista da Costa

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Não Como As Ondas Do Mar


"... porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é
levada pelo vento, e lançada de uma para outra parte" (Tiago
1:6).


Samuel Rutherford declarou: "Acredite no amor e no poder de
Deus, mais do que acredita em seus próprios sentimentos e
experiências. Cristo é sua Rocha e esta Rocha não é como a
maré que um dia está alta e no outro está baixa, mas como o
mar."


Muitas vezes perdemos uma grande bênção porque nos deixamos
dirigir por nossas próprias emoções que são completamente
instáveis. Um dia estamos de bom humor e no outro,
totalmente angustiados. Um dia cantamos e dançamos como se
fôssemos a mais feliz das criaturas e no outro choramos e
murmuramos como se fôssemos pobres coitados e derrotados. Um
dia agimos como se fôssemos capazes de mover montanhas com a
oração e no outro, como se fôssemos ateus e inimigos de
Deus.


É preciso que a nossa fé seja inabalável, que a nossa
esperança seja indestrutível, que o nosso "sim" ao Senhor
nunca se torne um "talvez" ou um "não". É importante que
tenhamos a compreensão de que o Senhor tudo pode e que
aquele que crê também tudo pode, em nome do Senhor. É
necessário que não esqueçamos jamais que somos salvos e não
mais perdidos, que somos cristãos que confiam no seu Deus e
não incrédulos que de tudo duvidam.


Cristo é nossa Rocha e nEle estamos firmados e protegidos.
Dele vem a nossa força e o Seu poder não tem limite. Ele nos
faz caminhar em segurança, nos abriga das intempéries, é a
fonte de nossa alegria.


Não podemos ser como as ondas do mar que vão e voltam, que
às vezes estão fortes e outras fracas, que uma hora estão lá
em cima e outras lá embaixo. Os inconstantes não vão a lugar
algum, não realizam seus sonhos, não se firmam no caminho,
não alcançam grandes vitórias.


Você continua oscilando, como as marés, ou já aprendeu a
descansar em Deus?



Paulo Barbosa

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Fobias Religiosas... por André Queiróz


Falsos cristos não são difíceis de serem identificados. Difícil é pensar e abandonar a fobia religiosa. Pensar cansa e o medo paralisa a mente. Uma pessoa preguiçosa e temerosa nada pode fazer por sí mesma e muito menos pelos outros. Da mesma forma que é muito fácil controlar uma pessoa apontando uma pistola para a sua cabeça, é fácil controlar os outros ameaçando com diabos e infernos.

Sim, existem muitas fobias religiosas. Ungidofobia (Também conhecida como Apóstolofobia) – Medo de questionar estes malucos arrogantes auto-entitulados, pois afinal de contas eles são perfeitos e nunca erram. Eles tem o direito de enriquecer com ofertas, inventar novas experiências místicas ridículas e são os guardiões de todas as bençãos de Deus, os novos sumo-sacerdotes da religiosidade. São mais escutados e adorados do que o próprio Senhor Jesus.

Tudo o que eles fazem é perfeito e quem discorda é do diabo. Ciênciofobia – É o medo de analisar as evidências e teorias científicas de fatos que não presenciamos e não fazem parte do nosso universo de sentido. Se sentem afrontados com qualquer opinião contrária a certeza universal que seu líder ensina, como se alguém fosse senhor da verdade absoluta. Triste saber que poucos estudam e que o conhecimento é visto como “desnecessário.” Quando tudo é unção, muitos deixam de ser.

 E, finalmente... Demôniofobia – O medo de quase tudo, especialmente se acreditarmos que o mal é onipresente, onisciente e onipotente. Se Lúcifer queria ser tratado como um deus, os religiosos estão concedendo a sua vontade visto que, através do medo, dão a ele cada vez mais espaço em suas mentes e corações. Existem várias outras fobias que atacam nossa saúde espiritual... Mas a pergunta para pensarmos hoje é: Será que somos verdadeiramente livres em Cristo Jesus? P.S. Uma curiosidade. Existe uma fobia com o número 666, o nome dela em inglês é Hexakosioihexekontahexaphobia. Pesquise na internet se quiser saber mais a respeito.