terça-feira, 23 de outubro de 2012

Estudo Biblico sobre o Halloween - Parte 1

Halloween - O Festival dos Mortos


         O Samhain, mais conhecido como Halloween, originou-se nos antigos festivais de outono dos celtas. Eles viveram há centenas de anos onde, atualmente, é Grã-Bretanha e o norte da França. Os celtas eram guias espirituais influentes ligados à magia e feitiçaria. Acreditavam que o Ano Novo deveria ser comemorado no último dia de outubro. Para esse povo, o véu entre o mundo dos vivos e dos mortos, nessa noite, se tornava mais frágil, sendo o momento ideal para se comunicar com os que já morreram. Os celtas acreditavam que os espíritos dos mortos voltavam ao antigo lar para ter contato com os entes queridos e, se os vivos não providenciassem alimentos para eles, coisas terríveis poderiam acontecer.     
         Se não houvesse uma receptividade nesse dia, os mortos atormentariam os vivos e a noite seria de medo. Temendo a ação dos espíritos, os celtas acendiam fogueiras para honrar os deuses e sacrificavam-lhes animais. Eles temiam que os mortos dizimassem seus rebanhos e destruíssem suas casas. Para confundir os espíritos, os celtas se vestiam de preto e usavam máscaras. Os sacrifícios eram ofertados num altar adornado com maçã, símbolo da vida eterna. O vinho era substituído por sidra ou suco de maçã. Tudo isso acontecia em ritmo de muita música e dança.
         Muitos desconhecem a origem do Halloween e embarcam na onda das comemorações. É uma noite de alegria e festa, que está associada aos rituais pagãos da Antigüidade. O Samhain ou Halloween é um dos sabbats (feriados da roda do ano) comemorado no dia 31 de outubro no hemisfério norte e, no dia 30 de abril, no sul, marcando o início de um novo período na vida. É o festival dos mortos, onde os espíritos dos seres amados e dos amigos, já falecidos, devem ser honrados. O sentido do Halloween é sintonizar os vivos com os mortos e enviar-lhes mensagens de amor e harmonia. Nesse dia, também é celebrado o final do verão e o antigo Ano Novo celta.
        

Halloween - O Festival dos Mortos


         O Samhain, mais conhecido como Halloween, originou-se nos antigos festivais de outono dos celtas. Eles viveram há centenas de anos onde, atualmente, é Grã-Bretanha e o norte da França. Os celtas eram guias espirituais influentes ligados à magia e feitiçaria. Acreditavam que o Ano Novo deveria ser comemorado no último dia de outubro. Para esse povo, o véu entre o mundo dos vivos e dos mortos, nessa noite, se tornava mais frágil, sendo o momento ideal para se comunicar com os que já morreram. Os celtas acreditavam que os espíritos dos mortos voltavam ao antigo lar para ter contato com os entes queridos e, se os vivos não providenciassem alimentos para eles, coisas terríveis poderiam acontecer.     
         Se não houvesse uma receptividade nesse dia, os mortos atormentariam os vivos e a noite seria de medo. Temendo a ação dos espíritos, os celtas acendiam fogueiras para honrar os deuses e sacrificavam-lhes animais. Eles temiam que os mortos dizimassem seus rebanhos e destruíssem suas casas. Para confundir os espíritos, os celtas se vestiam de preto e usavam máscaras. Os sacrifícios eram ofertados num altar adornado com maçã, símbolo da vida eterna. O vinho era substituído por sidra ou suco de maçã. Tudo isso acontecia em ritmo de muita música e dança.
         Muitos desconhecem a origem do Halloween e embarcam na onda das comemorações. É uma noite de alegria e festa, que está associada aos rituais pagãos da Antigüidade. O Samhain ou Halloween é um dos sabbats (feriados da roda do ano) comemorado no dia 31 de outubro no hemisfério norte e, no dia 30 de abril, no sul, marcando o início de um novo período na vida. É o festival dos mortos, onde os espíritos dos seres amados e dos amigos, já falecidos, devem ser honrados. O sentido do Halloween é sintonizar os vivos com os mortos e enviar-lhes mensagens de amor e harmonia. Nesse dia, também é celebrado o final do verão e o antigo Ano Novo celta.
         No Dia das Bruxas, os convens (grupos de 13 membros adeptos da bruxaria) realizam brincadeiras com dança e música. Tudo é comemorado com muito ponche, bolos, doces e a cor predominante é o preto. Assim como no passado, ainda hoje os bruxos mantêm a antiga tradição dos celtas e os nomes das pessoas, que já morreram, são queimados no caldeirão sem conotação de tristeza. No altar, também não faltam as tradicionais máscaras de abóboras com velas acesas dentro, para espantar os maus espíritos e os duendes que vagam pelas noites do Samhain, que significa “sem luz”, pois para os bruxos, nessa noite, Deus morreu e o mundo mergulhou na escuridão.

Bruxaria vira estilo de vida

         A bruxaria virou hobby e até estilo de vida para algumas mulheres. O lema das feiticeiras é o seguinte: “desde que não prejudiques ninguém, faze como quiseres”. Partindo desse princípio, elas praticam magia, através de feitiços e rituais que variam de acordo com a tradição. Os ritos são praticados ao ritmo das forças vitais, marcadas pelas fases da lua e os feriados sazonais. Uma vez por mês, durante a lua cheia, os bruxos se reúnem para realização de feitiços e rituais extraordinários.
         As feiticeiras do novo milênio são diferentes daquelas que usavam roupas e chapéus pontiagudos e pretos. Elas estudam as propriedades medicinais das ervas, os ciclos da lua e as mudanças climáticas para aplicar tais conhecimentos “de forma terapêutica”.
          As poções mágicas são provenientes das simpatias, rezas e crendices populares. Boa parte do arsenal das bruxas são simpatias e orações para pedir aos “deuses da natureza”, muito evocados pelas rezadeiras. Elas também ficam atentas aos ciclos da natureza. Portanto, quem tem o hábito de cortar cabelos de acordo com as fases da lua é adepto de uma prática de bruxaria sem saber.
         Os feitiços são preparados em qualquer lugar. Mas bosques, jardins ou cozinha são os seus locais prediletos. Esses lugares têm dois pré-requisitos fundamentais para a bruxaria: o clima especial e os elementos que simbolizam a energia mágica que circula no universo – terra, fogo, água e ar. É com a ajuda desses elementos que as feiticeiras elaboram as fórmulas mágicas. Quem pensa que caldeirão, vassoura e varinha são coisas do passado, engana-se. Esses objetos foram substituídos e são usados com freqüência.

Disse Jesus:

        “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8.32). Há pessoas que desconhecem o Evangelho e não sabem que Deus é único e não há outros “deuses” diante d’Ele. Portanto, qualquer prática de consulta aos mortos ou adoração a “deuses”, oferecendo-lhes qualquer sacrifício é abominável ao Senhor. A prova disso está no livro 2 Crônicas no capítulo 33, versículo 6, que diz:
“Queimou seus filhos como oferta no vale do filho de Hinom, adivinhava pelas nuvens, era agoureiro, praticava feitiçarias, tratava com necromantes e feiticeiros e prosseguiu em fazer o que era mau perante o Senhor, para o provocar à ira”. 2 Crônicas 33.6

        Logo, de acordo com a Bíblia, pode-se concluir que a bruxaria não passa de mais uma artimanha do diabo para desviar pessoas do caminho, da verdade e da vida. Ainda segundo a Bíblia, o homem foi criado à imagem e semelhança de Deus para servir só a Ele. O Livro Sagrado também ensina que a pessoa deve ter apenas Jesus Cristo como Senhor e Salvador de sua vida.
“Não vos voltareis para os necromantes, nem para os adivinhos; não os procureis para serdes contaminados por eles. Eu sou o Senhor, vosso Deus” (Levítico 19.31).
Autor: Compilado

No Dia das Bruxas, os convens (grupos de 13 membros adeptos da bruxaria) realizam brincadeiras com dança e música. Tudo é comemorado com muito ponche, bolos, doces e a cor predominante é o preto. Assim como no passado, ainda hoje os bruxos mantêm a antiga tradição dos celtas e os nomes das pessoas, que já morreram, são queimados no caldeirão sem conotação de tristeza. No altar, também não faltam as tradicionais máscaras de abóboras com velas acesas dentro, para espantar os maus espíritos e os duendes que vagam pelas noites do Samhain, que significa “sem luz”, pois para os bruxos, nessa noite, Deus morreu e o mundo mergulhou na escuridão.

Bruxaria vira estilo de vida

         A bruxaria virou hobby e até estilo de vida para algumas mulheres. O lema das feiticeiras é o seguinte: “desde que não prejudiques ninguém, faze como quiseres”. Partindo desse princípio, elas praticam magia, através de feitiços e rituais que variam de acordo com a tradição. Os ritos são praticados ao ritmo das forças vitais, marcadas pelas fases da lua e os feriados sazonais. Uma vez por mês, durante a lua cheia, os bruxos se reúnem para realização de feitiços e rituais extraordinários.
         As feiticeiras do novo milênio são diferentes daquelas que usavam roupas e chapéus pontiagudos e pretos. Elas estudam as propriedades medicinais das ervas, os ciclos da lua e as mudanças climáticas para aplicar tais conhecimentos “de forma terapêutica”.
          As poções mágicas são provenientes das simpatias, rezas e crendices populares. Boa parte do arsenal das bruxas são simpatias e orações para pedir aos “deuses da natureza”, muito evocados pelas rezadeiras. Elas também ficam atentas aos ciclos da natureza. Portanto, quem tem o hábito de cortar cabelos de acordo com as fases da lua é adepto de uma prática de bruxaria sem saber.
         Os feitiços são preparados em qualquer lugar. Mas bosques, jardins ou cozinha são os seus locais prediletos. Esses lugares têm dois pré-requisitos fundamentais para a bruxaria: o clima especial e os elementos que simbolizam a energia mágica que circula no universo – terra, fogo, água e ar. É com a ajuda desses elementos que as feiticeiras elaboram as fórmulas mágicas. Quem pensa que caldeirão, vassoura e varinha são coisas do passado, engana-se. Esses objetos foram substituídos e são usados com freqüência.

Autor: Compilado

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Estudo Biblico sobre o Halloween - Introdução

Porque não celebramos o Halloween?


Introdução

         Esse estudo foi criado para educar os cristãos sobre o verdadeiro sentido do Halloween. Sua origem macabra se dá nos tempos dos adoradores de Baal no Velho Testamento até o dia de hoje. Atualmente, o diabo tem cegado muitos evangélicos mostrando esse feriado como um dia divertido e sem "maldade", onde as criancinhas se vestem com fantasias para pedirem doces nas casas. Essa não é a vontade de Deus na vida de seus filhos!
         Sempre escutei de 95% dos americanos que conheci aqui nos EUA que isso é uma coisa normal e sem maudade que todos fazem. Pessoalmente, eu nunca concordei com isso, mas por ser um adolescente na época, pensava que eu não podia fazer nada a respeito. Até que um dia eu soube de uma reportagem em que uma bruxa dizia estar alegre, pois até os evangélicos estavam celebrando o feriado dos bruxos, o Halloween. Depois disso, me senti incomodado a fazer algo a respeito e tomei como base o seguinte versículo:
"Não participem das coisas sem valor que os outros fazem, coisas que pertencem a escuridao. Pelo contrario tragam todas essas coisas para a luz." Efésios 5:11

         Se "apoiamos" ou "ignoramos" o que o diabo lança no mundo através do Halloween, nunca teremos vitória em Cristo Jesus. Por essa razão, não podemos ficar calados, temos que ser corajosos e trazer tudo à tona! Mostrar a todos de onde e como esse feriado surgiu, o significado dos seus símbolos, do nome, etc. Assim, os evangélicos nao ficarão mais na ignorância pensando que está tudo bem em fantasiar seus filhos para pedirem doces, mas ajudarão a trazer luz para as trevas.
         Gostaria de ressaltar para os irmãos outro versículo:
"Estejam alertas e fiquem vigiando porque o inimigo de voces, o diabo, anda por aí como um leão que ruge, procurando alguém para devorar." I PedroI 5:8

Onde comecou esse feriado?

         Tudo começou no século V A.C., com um povo chamado Celta que habitavam nos países da Irlanda, Inglaterra e França; mas a maior concentração dos Celta se encontrava na Irlanda. Na época, o verão terminava oficialmente no dia 31 de Outubro. Da noite do dia 31 para o dia 1° de Novembro era celebrado o ano novo dos Celta, o qual era também chamado o feriado de Samhain (sow-en), que significa senhor da morte.
         Os Celtas consideravam o dia 1° de Novembro o dia da morte porque as folhas das árvores já estavam caindo, a noite chegava mais rápido e a temperatura caía; ou seja, para eles essa época é outono. Eles acreditavam que o Muck Olla, o deus sol, estava perdendo suas forças por causa do Samhain, senhor da morte. Além disso, eles criam que no dia 31 de Outubro, Samhain ajuntava os espíritos de todas as pessoas que haviam morrido no ano anterior, pois eles (os espíritos) tinham sido confinados a ficar vagando entre a terra e a lua por causa dos seus atos maus, sem chance de ir para o paraíso. Na noite do banquete de Samhain (dia 31), esses espíritos teriam a permissão de voltar para as suas casas e para tentar tomar posse dos corpos das pessoas que ainda viviam, porque, segundo eles, essa seria a única esperança para os espíritos depois da morte.
         Como as pessoas não queriam ser possuídas por espíritos maus, eles tomavam as devidas precausções para se protegerem. Aqui estão três versões diferentes encontradas a respeito das coisas que os Celtas faziam para afastar os epíritos maus:
  • A primeira versão seria que os Padres Druídas teriam convencido muitas pessoas a fazerem rituais macabros com sacrifícios humanos e com animais como oferenda para que Samhain se acalma-se e não deixasse que os espíritos machucassem ou possuíssem ninguém.
  • A segunda versão seria que as pessoas apagavam o fogo de suas casas para torná-las frias e indesejáveis. Depois eles se vestiam com fantasias macabras fazendo muita bagunça e sendo o mais destrutível possível na vizinhança para assustar os espíritos que estavam vagando atrás de pessoas para possuir.
  • A terceira versao inclui a primeira e ainda acrescenta que além dos sacrifícios, as pessoas tinham que oferecer comida e abrigo para esses espíritos, eles amaldicoariam a casa e tomariam posse dos corpos.

         Algumas estórias contam que os Celtas queimavam pessoas na estaca, acreditando que elas ja estavam possuídas pelo espíritos maus. Isso serviria como uma "lição" para eles não voltarem mais para aquele lugar.
         Segundo o pesquisador de feriados George Douglas,
"muitas das tradições do Halloween foram derivadas do antigo festival para o deu Baal. Outras tradições foram originadas dos sinais de luta e de dor das vítimas do fogo dos sacrifícios dos Druídas." (Retirado do: "The American Book of Days", escrito por George William Douglas, revisado por Helen Douglas Compton).

         No livro de Alexander Hislop, The Two Babylons (As duas Babilônias), encontramos os seguinte:

"O deus o qual os Druídas adoravam era o deus Baal, como os intensos rituais de fogo mostravam "
        Nós sabemos que eles ofereciam sacrifícios humanos para seus deuses sangrentos. Também temos evidência que eles fizeram suas crianças passarem por fogo para Moloque, e isso faz com que seja grande a probabilidade deles terem oferecido essas crianças como sacrifício. Comparando Jeremias 32:35 com Jeremias 19:5, descobrimos que apesar dos sacrificios serem para deuses diferentes, ainda e considerado o mesmo sistema." É importante ressaltarmos outra parte do livro:
"os padres de Nimrod ou Baal eram requeridos deles que eles comessem do sacrifício humano oferecido, daí a palavra Canibal ou Cahna-Bal, (Cahna é a palavra enfática para Chan que quer dizer padre), querendo dizer o padre de Baal, no qual hoje em dia é uma palavra usada para descrever o devorador de carne humana." (Retirado do livro: The Two Babylons, Hislop. Ver página 232).

         Mesmo que o nome dos deuses tenham sido trocados em Jeremias (uma vez fala que os sacrifícios era para Baal e a outra diz que era para Moloque), Hislop acredita que as práticas Druídas tinham como base a adoração a Baal, a qual é condenada na Bíblia.
Se esse feriado orinou-se com os Celtas, por que é tão famoso nos EUA?
         Em 1845-46 muitos irlandeses imigraram para Nova Iorque, pois eles estavam passando escassez de batatas, o que era a base da alimentação deles. Esse período foi chamado de "Irish Potato Famine" (Fome Irlandesa de batatas). Por causa da imigração, o feriado dos Druídas foi trazido para os EUA e se espalhou pelo país gradativamente.
         Hoje em dia esse feriado é tão famoso, que só perde para o Natal em questão de entertenimento. O que acabou dando margem a um Mercado que fatura bilhões de dólares todos os anos com cartões, fantasias, filmes, programas de televisao, comercias, tickets para casa mau assombradas etc"
"O Espírito de Deus diz claramente que, nos últimos tempos, alguns abandonarão a fé. Eles darão atenção a espíritos enganadores e a ensinamentos que vem de demônios" 1 Timóteo 4:1

De onde originou-se esse nome?

         A palavra Halloween originou-se da Igreja Católica. (A palavra Hallow em inglês quer dizer santo). Halloween surgiu da junção das palavras "Hallows Eve" (Noite dos santos) que veio do nome All Hallows Eve (Noite de todos os santos). "All Hallows Day" ou "All Saints Day" (o que significa a mesma coisa), é um feriado Católico comemorado para todos os santos no dia 1° de Novembro.
         Então realmente existe uma ligação desse feriado com a Igreja Católica?
         Sim. O feriado do "All Saints"

Autor: Heverson Silva

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Salvação Graciosa Lucas 19.1-10

Introdução

Durante a última semana antes da crucificação, Jesus, na sua última jornada para Jerusalém, foi o Hóspede Salvador do principal dos publícanos na cidade de Jericó, no vale do baixo Jordão, onde se achava a sede dos agentes romanos para regulamentação dos produtos de exportação e importação, entre o Império Romano e o domínio de Herodes.

Luz sobre o texto

• v. 1 - Entrando em Jericó. Depois da cura do cego, que se deu perto da cidade (18.35-45).

• v. 2 - Um dos principais... rico. Tinha cobradores subordinados. Os publicanos principais avaliavam os bens e estipulavam impostos. Por isso, dispunham de meios amplos para se enriquecerem. E Zaqueu, que era judeu de origem, era tido entre o povo como quem se enriquecia ilicitamente.

• v. 3 - Multidão. Alguns peregrinos de Samaria, Galileia, Peréia e, provavelmente, de outras partes, e também outros de Jericó e sua redondeza, porque bem conheciam a Zaqueu.

• v. 4 - Subiu... passar por ali. Para um homem de sua posição, correr assim e subir numa árvore a fim de ver Jesus e conhecê-lo era sinal de um desejo ardente, nascido, sem dúvida, num coração convicto. Provavelmente, ouviu falar da cura do cego, dos poderes e da graça de Jesus.

• v. 5 - Olhando para cima. Conhecia de antemão, justamente como conhecia Natanael (Jo 1.47-48).

• Convém-me pousar na tua casa. Jesus convidou-se a si mesmo para pousar em casa de Zaqueu, assim como está sempre convidando os pecadores a se converterem de seus maus caminhos para serem salvos.

• v. 6 - Recebeu-o com alegria. Obedeceu pronta e alegremente.

• v. 7 - Hóspede de um homem pecador. Os que murmuravam conheciam Zaqueu.

• Todos murmuravam. Para falar bem dos outros nem sempre há unanimidade, mas para criticar é coisa muito comum.

• Pecador. Aqui significa "um que havia abandonado a fé". Zaqueu era, para os judeus, herege, mau, traidor de sua Pátria e mundano.

• v. 8 - Disse a Jesus. Bonita atitude a de Zaqueu. Ele não deu mostras de irritação contra os murmuradores. Quando falou, foi a Jesus. Ótimo exemplo para nós!

• Vou dar... restituirei. Zaqueu, em contato com Cristo, resolve duas coisas excelentes: fazer o bem, usando com sabedoria as riquezas adquiridas na sua carreira pública de funcionário trabalhador. Dar metade dos bens era, sem dúvida, ato de grande generosidade e espírito de sacrifício. Contrasta-se Zaqueu, aqui, com o jovem rico avarento (Mc 10.17-22).

Restituiria ele, também (e esta foi a segunda ação imediata do Zaqueu convertido), o que, porventura, houvesse recebido indebitamente de alguém. Note-se que Zaqueu não diz ter feito isso de plena consciência, mas se alguém se apresentasse como defraudado por ele, pagaria o prejuízo quatro vezes mais, com juros bem grandes.

Zaqueu queria cumprir o espírito das leis do Senhor (Ex 22.1; Nm 5.6-7). Caridade e restituição - eis provas de um coração transformado. Além disso, ficou evidente que sua conversão era mesmo genuína, porque mexeu com seu bolso, tirando daí sua carteira para depositá-la ao serviço do bem e da justiça.

• v. 9 - Filho de Abraão. Isto é, crente, participante das promessas do pacto, filho de Deus pela graça. Os críticos tinham Zaqueu como não membro da família da fé, um apóstata; Jesus o reintegrou nela.

• Casa - Entrou salvação na casa toda? E isso mesmo. Uma alma salva é bênção para muitas outras almas. Certamente o lar de Zaqueu o acompanhou na sua nova vida. Veja você At 2.39-42; 16.14,15; 16.31-33. Cristo salva para que os salvos levem outros a se salvarem em Cristo.

• v. 10 - Veio salvar. Este é um dos textos mais consoladores da Bíblia. Aqui estabelece Jesus, com a clareza da luz meridiana, qual a sua missão e qual o dever dos pecadores. Na rede da graça salvadora cabem todos os pecadores perdidos, caso eles venham.

Estudo da lição


1 - O CRISTO QUE PASSA.

Jesus, às vésperas de entregar-se à prisão e à morte, não deixava de passar por toda parte, semeando profusamente oportunidades de salvação. Este fato inspirou João Diener a escrever a linda poesia: (HE 236)

Há hoje alguém esperando, Para Jesus encontrar?
Venha, não mais se demore. Cristo vai hoje passar!
Ei-lo de mãos estendidas, Cheio de graça sem par.
Oh! que ventura inaudita, Cristo vai hoje passar!

Cristo vai hoje passar! E vem de amor transbordando,
Todos a si convidando, Cheio de graça sem par.
Oh! vinde vê-lo passar!
Há ainda alguém duvidando do seu poder de salvar?
Venha, já, experimente, Cristo vai hoje passar!
O seu poder é divino, O seu amor não tem par.
Ó coração quebrantado! Cristo vai hoje passar!

Há ainda alguém demorando,
Em Jesus Cristo aceitar?
Eis que o Senhor está perto,
Ele vai hoje passar!

O pecador desditoso.
Por que hás de o bem recusar?
Estás ainda hesitanto?!
Cristo vai hoje passar!

"Oh! Vinde vê-lo passar!" Não apenas para vê-lo passar; é também para segui-lo, como Zaqueu o fez.

2 - O LADO DIVINO DA SALVAÇÃO

1. É eletiva e eterna. Abra sua Bíblia e leia com atenção Jo 6.37; 15,16; Rm 9.11-13; Ef 1.4. A salvação do pecador está, antes de tudo, no coração de Deus e é parte integrante de seus decretos eternos.

2. É livre e gratuita. Leia Ef 2.8-9. Não está baseada em nada de bom que porventura Deus visse no homem.

3. É soberana. Leia Mt 20.1-16; Rm 9.14,29. Saulo de Tarso não queria nenhuma salvação que viesse de Jesus Cristo. No entanto, foi salvo so-beranamente por Cristo.
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4. É completa e instantânea. Leia Lc 23.39-43; 19.9. Deus é livre para salvar o pecador e o salva completamente e de uma vez por todas (Fp 2.13)

5. É segura e definitiva. Leia Jo 10.28. Se a salvação fosse obra do homem, hoje ele estaria salvo e amanhã, não. Como a salvação é obra de Deus, o pecador, uma vez salvo, permanece salvo para sempre.

6. É pela iniciativa de Deus. Leia Ap 3.20. Foi Cristo quem convidou Zaqueu a descer da árvore; foi Cristo quem o convidou a hospedá-lo. Se a salvação não partisse de Deus, o homem jamais seria salvo! (Ef 2.8; Jo 3.16).

3 - O LADO HUMANO DA SALVAÇÃO.

1. É preciso que o homem queira.

Leia Mt 16.24-25; 19-17. A Bíblia ensina por toda parte que o homem precisa querer a vida eterna, mas aprendemos que esse querer do homem também vem de Deus (Fp 2.13).
 
2. É responsiva, isto é, o homem precisa responder positivamente ao apelo divino. Leia Ap 3.20. "Se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta..." O homem é um ser responsável e não uma "coisa" impessoal.

3. Exige esforço. Leia Mt 11.12; Lc 13.24; 16.16. O Espírito de Deus é quem dinamiza o homem para que este aja dentro e de acordo com a vontade soberana de Deus.

4. É progressiva e santificante. Leia Fp 2.13; 2 Pe 1.10; 1 Pe 1.14-16. Não existe salvação estática.

5. É para as "boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas" (Ef 2.10). Estas boas obras, preparadas por Deus, significam não apenas atos bons, mas a vida inteira do crente - o que ele é e o que faz.

CONCLUSÕES

Quais os pecadores que podem e devem ser salvos por Cristo?

1. Pecadores proeminentes. Um dos principais dos publicanos. Zaqueu era bem conhecido. Era profundamente odiado. Parece que merecia o ódio devido à sua profissão e sua fama. Mas não estava fora do alcance da graça divina, como nenhum pecador está.

2. Pecadores ricos. "E era rico." Amava o dinheiro. Mamon era seu deus. Entrou em negócios desonestos, somente pelo dinheiro que neles havia. Era culpado, talvez, de extorsão. Mas havia um Deus maior que o deus-dinheiro.

3. Pecadores ansiosos. "Procurava ver Jesus." Primeiro, por curiosidade de ver Jesus. E o Mestre transformou a centelha do seu interesse numa chama ardente e perene.

4. Pecadores obedientes. "E, apressando-se, desceu." O publicano ansioso foi reconhecido pelo Cristo amoroso que se aproximava. O Homem da Galileia tinha uma palavra para o homem de Jericó. Zaqueu reconheceu o seu Senhor; e seu coração respondeu imediatamente à chamada do Amigo.

5. Pecadores receptivos. "E o recebeu com alegria." Os fariseus passavam de largo pelo publicano. Nem um sacerdote atravessaria o seu portal. Era um homem repudiado. Mas Jesus tornou-se o seu Hóspede. E Zaqueu recebeu o grande Hóspede com verdadeira alegria interior.

6. Pecadores criticados. "Todos... murmuravam." Odiavam tanto a Jesus quanto a Zaqueu. Estavam mais interessados no cerimonialismo do que na salvação eterna de alguém ou de si mesmos. Acreditavam mais no ódio do que no amor.

7. Pecadores confessantes. "Senhor." Jesus era agora para Zaqueu mais do que mero profeta itinerante ou famoso operador de maravilhas. Ele o proclamou como o seu Senhor. Ele lamentava na presença do Santo de Israel sua alma pecadora e sua vida corrupta.

8. Pecadores consagrados. "Metade dos meus bens." Amava Zaqueu o dinheiro? Sem dúvida, e de todo o coração, no passado; mas, agora, e dali em diante, o seu ouro seria uma alavanca com que ia mover o mundo. Para mostrar sua fé, dividiu sua fortuna em duas partes e deu uma aos pobres.

9. Pecadores altruístas. "Restituo quatro vezes mais." Não haveria em Jericó e nas cercanias pessoas que duvidassem da conversão de Zaqueu? Não foram elas vítimas de sua ganância? Mas, o publicano convertido mostraria sua fé através da restituição do fruto de sua avidez. Suas vítimas de outrora seriam as primeiras a louvá-lo e a receberem os benefícios de sua nova vida.

PARA VOCÊ PENSAR

1. Quem foi Zaqueu?
2. Explique os vv. 8,9 e 10
3. Que sabe sobre o Cristo que passa?
4. O lado divino é distinto do lado humano da salvação? Explique.
5. Como obter a salvação?
6. Discuta as conclusões da lição.

Autor: Rev. Galdino Moreira

sábado, 21 de julho de 2012

Estou Crucificado com Cristo


                                                  Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal
 
JÁ ESTOU CRUCIFICADO COM CRISTO; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim” (Gl 2.20).
     “Paulo descreve seu relacionamento com Cristo em termos de união pessoal profunda com seu Senhor e de sua dependência dEle. Aqueles que têm fé em Cristo vivem uma vida em comunhão íntima com Ele tanto na sua morte, como na sua ressurreição”.
     “(1) Todos os crentes foram crucificados com Cristo na cruz. Morreram para a Lei como meio de salvação, e agora vivem para Deus por meio de Cristo (v.19). Por causa da salvação em Cristo, o pecado já não tem domínio sobre eles (cf. Rm 6.4,8, 14; Gl 5.24; 6.14; Cl 2.12,20”).
     “(2) Nós, que fomos crucificados com Cristo, agora vivemos com ele mediante sua vida ressurreta. Cristo e a sua força habitam em nós, e se tornam o manancial de toda a nossa vida e o centro de todos os nossos pensamentos, palavras e ações (Jo 15.1-6; Ef 3.17). É mediante o Espírito Santo que a vida ressurreta de Cristo continuamente nos é comunicada (Jo 16.13,14; Rm 8.10,11)”.
     “(3) Participamos da morte e ressurreição de Cristo pela fé, i.e., a crença, a confiança, o amor, a devoção e a lealdade que temos no Filho de Deus que nos amou e se entregou por nós (cf. Jo 3.16). Esse viver pela fé pode ser considerado como o viver pelo Espírito (Gl 3.3; 5.5; cf. Rm 8.9-11).
Transcrição:
Pr. Airton Evangelista da Costa

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Não Como As Ondas Do Mar


"... porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é
levada pelo vento, e lançada de uma para outra parte" (Tiago
1:6).


Samuel Rutherford declarou: "Acredite no amor e no poder de
Deus, mais do que acredita em seus próprios sentimentos e
experiências. Cristo é sua Rocha e esta Rocha não é como a
maré que um dia está alta e no outro está baixa, mas como o
mar."


Muitas vezes perdemos uma grande bênção porque nos deixamos
dirigir por nossas próprias emoções que são completamente
instáveis. Um dia estamos de bom humor e no outro,
totalmente angustiados. Um dia cantamos e dançamos como se
fôssemos a mais feliz das criaturas e no outro choramos e
murmuramos como se fôssemos pobres coitados e derrotados. Um
dia agimos como se fôssemos capazes de mover montanhas com a
oração e no outro, como se fôssemos ateus e inimigos de
Deus.


É preciso que a nossa fé seja inabalável, que a nossa
esperança seja indestrutível, que o nosso "sim" ao Senhor
nunca se torne um "talvez" ou um "não". É importante que
tenhamos a compreensão de que o Senhor tudo pode e que
aquele que crê também tudo pode, em nome do Senhor. É
necessário que não esqueçamos jamais que somos salvos e não
mais perdidos, que somos cristãos que confiam no seu Deus e
não incrédulos que de tudo duvidam.


Cristo é nossa Rocha e nEle estamos firmados e protegidos.
Dele vem a nossa força e o Seu poder não tem limite. Ele nos
faz caminhar em segurança, nos abriga das intempéries, é a
fonte de nossa alegria.


Não podemos ser como as ondas do mar que vão e voltam, que
às vezes estão fortes e outras fracas, que uma hora estão lá
em cima e outras lá embaixo. Os inconstantes não vão a lugar
algum, não realizam seus sonhos, não se firmam no caminho,
não alcançam grandes vitórias.


Você continua oscilando, como as marés, ou já aprendeu a
descansar em Deus?



Paulo Barbosa

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Fobias Religiosas... por André Queiróz


Falsos cristos não são difíceis de serem identificados. Difícil é pensar e abandonar a fobia religiosa. Pensar cansa e o medo paralisa a mente. Uma pessoa preguiçosa e temerosa nada pode fazer por sí mesma e muito menos pelos outros. Da mesma forma que é muito fácil controlar uma pessoa apontando uma pistola para a sua cabeça, é fácil controlar os outros ameaçando com diabos e infernos.

Sim, existem muitas fobias religiosas. Ungidofobia (Também conhecida como Apóstolofobia) – Medo de questionar estes malucos arrogantes auto-entitulados, pois afinal de contas eles são perfeitos e nunca erram. Eles tem o direito de enriquecer com ofertas, inventar novas experiências místicas ridículas e são os guardiões de todas as bençãos de Deus, os novos sumo-sacerdotes da religiosidade. São mais escutados e adorados do que o próprio Senhor Jesus.

Tudo o que eles fazem é perfeito e quem discorda é do diabo. Ciênciofobia – É o medo de analisar as evidências e teorias científicas de fatos que não presenciamos e não fazem parte do nosso universo de sentido. Se sentem afrontados com qualquer opinião contrária a certeza universal que seu líder ensina, como se alguém fosse senhor da verdade absoluta. Triste saber que poucos estudam e que o conhecimento é visto como “desnecessário.” Quando tudo é unção, muitos deixam de ser.

 E, finalmente... Demôniofobia – O medo de quase tudo, especialmente se acreditarmos que o mal é onipresente, onisciente e onipotente. Se Lúcifer queria ser tratado como um deus, os religiosos estão concedendo a sua vontade visto que, através do medo, dão a ele cada vez mais espaço em suas mentes e corações. Existem várias outras fobias que atacam nossa saúde espiritual... Mas a pergunta para pensarmos hoje é: Será que somos verdadeiramente livres em Cristo Jesus? P.S. Uma curiosidade. Existe uma fobia com o número 666, o nome dela em inglês é Hexakosioihexekontahexaphobia. Pesquise na internet se quiser saber mais a respeito.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

HUMILDADE E MANSIDÃO


Em nosso cotidiano, a maioria de nós vivencia uma dura realidade: ter de lidar com estresse, discussões, decadências em diversas áreas da vida, fracassos e desapegos. São raros os que saem ilesos e inertes aos efeitos resultantes desses aborrecimentos que acabaram por tornarem-se diários na vida de qualquer ser vivente. Acomodamo-nos a uma vida cercada de dúvidas e tensões tendo como consequência um caos que enfim é refletido na vida de quem o vivencia. O normal nos dias de hoje é ser anormal nos quesitos que referem-se à saúde. Diria até mesmo que construímos nossas próprias covas por conta de tanta insanidade.
‘Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graça. ’’ (Filipenses 4:6)
Como cristãos, obtemos um convite. Ou melhor, obtemos um convite e mais uma prova do infinito amor de Jesus pela humanidade. Somos convidados a rebelarmo-nos positivamente contra esse costume que se tornou tristemente popular, e que encarcera milhares de pessoas numa corrente doentia e problemática. Talvez essa tenha sido uma das razões pelas quais Jesus, nosso Mestre, foi duramente criticado e julgado por pessoas participantes de um sistema que, naquela época, já escravizava indivíduos.
Jesus oferecia uma paz que parecia extremamente estranha aos critérios dos que O julgavam. E, como pessoas desequilibradas e acostumadas a reagir intempestivamente aos acontecimentos que lhes eram estranhos, essas pessoas aterrorizavam-se com o fato de poder existir alguém que caminhava livremente pelo solo da tranquilidade. Definitivamente, Jesus Cristo incomodava. Sua luz, brilhante demais, naturalmente esclarece os lugares mais obscuros da alma. Alguns cedem e tornam-se conscientes, a partir do poder do Espírito Santo, do poder proveniente do Senhor. Outros relutam em manterem-se cegos.
Geralmente pessoas infelizes tendem a projetar a sua infelicidade no conceito que formam de outras pessoas (caráter, índole, etc.), Como resultado de sua amargura, a compreensão que poderiam ter de vida torna-se limitadamente terrível, e sua espessura mental eclode a ponto de intranquilizar-se por míseros acontecimentos. Essa é a nossa natureza. Enxergando-nos a partir desse aspecto chegamos a conclusão de que realmente é necessário haver uma mudança. Porém a mudança fundamental já ocorreu: Deus tornou-se homem também para mostrar- nos como devemos portar-nos como seres humanos e honrar o privilégio de podermos tomar as decisões certas, inclusive a de ser calmo e humilde. Somos seres racionais treinados a sermos irracionais porque isso favorece este Mundo.
Favoreçamos então ao Mestre, aprendamos com Ele, que nos dá exímias lições de como obter uma estrutura espiritual brilhante como a dEle. Rebelemo-nos positivamente contra este cárcere, louvando ao Senhor Jesus e deixando que a Sua luz transpareça em meio as adversidades que a vida nos atribui. Olhemos para Ele, pois nEle e somente nEle podemos ter descanso verdadeiro. Que possamos ser mansos, humildes e sábios porque Ele quer que os sejamos. A decisão de seguir a Cristo acarreta sérias decisões inclusive a de aceitar ser julgado por este tenebroso mundo, porém cientes de que a vitória está nEle, e que fazemos parte de Seu corpo. Ah, e acredite, Ele sabe o que é melhor para nós.
(MT 11:29) -  “Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.”
Que a graça de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, através da qual escrevo a vocês, esteja conosco eternamente. A Paz do Senhor.
Esther Moore