domingo, 29 de abril de 2012
sábado, 7 de abril de 2012
Mensagem sobre a Páscoa
O que o termo páscoa te faz lembrar? Chocolate e coelhinho da páscoa, não é? Mas, creio que você já possa imaginar que páscoa significa muito mais do que isso.
Ouvi dizer que os cristãos adotaram o ovo como símbolo da tumba da qual Jesus ressuscitou, que mais tarde passou a ser feito de chocolate. Já o coelho seria símbolo de fertilidade e de nova vida para alguns povos antigos. Por isso, foi inserido no contexto da páscoa, pois a páscoa tem o significado de restauração.
No entanto, eles não são os melhores símbolos a serem utilizados. Isto porque a páscoa está diretamente relacionada com a figura do cordeiro.
Páscoa vem de uma palavra hebraica que tem um significado de passagem. Foi utilizada pelo SENHOR quando derramou sobre o Egito a última de suas dez pragas, por ocasião da libertação do povo hebreu da escravidão que lhe era imposta por aquele país.
O SENHOR determinou que um cordeiro fosse morto e preparado como alimento, devendo servir de alimento para a família durante aquela noite. Seu sangue deveria ser passado nas portas das residencias. Assim, quando o SENHOR passasse pela terra do Egito e visse o sangue do cordeiro, pouparia a vida do primogênito daquela família. Do contrário, ele morreria.
João Batista, ao ver Jesus Cristo disse:
No dia seguinte João viu Jesus aproximando-se e disse: "Vejam! É o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo! ".
João 1:29
Assim como o sangue do cordeiro livrou da morte os primogênitos no Egito, o sangue de Cristo nos livra da morte eterna (ou seja, da eterna separação de Deus!).
Quando Cristo morreu na cruz pelos nossos pecados, Ele afastou a ira de Deus daqueles que Nele crerem .
Cristo foi morto na comemoração da páscoa dos hebreus, assim como o cordeiro no Egito. Mas ressuscitou, pois é o Filho de Deus!
Que nesta páscoa você não se esqueça do Cordeiro de Deus que lhe oferece libertação da escravidão do pecado.
Feliz Páscoa!
sexta-feira, 6 de abril de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Mensagem: Uma carta de Deus para Você!
Meu filho(a):
Pode ser que você não me conheça, mas Eu conheço tudo sobre você… (Salmos 139:1)
Eu sei quando te sentas e quando te levantas… (Salmos 139:2)
Todos seus caminhos Eu conheço… (Salmos 139:3)
E todos os cabelos de sua cabeça estão contados… (Mateus 10:29-31)
Te conheci ainda antes que você nascesse… (Jeremías 1:4-5)
Eu te escolhi quando planejei a criação… (Efésios 1:11-12)
Você não foi um erro, porque todos os seus dias estão escritos em meu livro… (Salmos 139:15-16)
E é o meu desejo gastar meu amor em ti, simplesmente porque você é meu filho e eu o teu Pai…(1ºJoão 3:1)
Te ofereço muito mais que o que teu pai terreno poderia dar-te (Mateus 7:11) Porque Eu sou o Pai Perfeito… (Mateus 5:48)
Cada dádiva que você recebe vem de minhas mãos… (Tiago 1:17)
Porque Eu te amo com amor eterno… (Jeremias 31:3)
Meus pensamentos sobre você são incontáveis como a areia do mar… (Salmos 139:17-18)
E Eu quero te mostrar coisas grandes e maravilhosas… (Jeremias 33:3)
Deleita-te em mim e eu concederei os desejos do seu coração…(Salmos 37:4)
Porque Eu sou o sou teu maior consolador… (2º Tesalonicenses 2:16-17)
Quando teu coração está quebrantado, Eu estou perto de você… (Salmos 34:18)
Assim como o pastor que carrega a um cordeiro, Eu te carrego perto de meu coração… (Isaías 40:11)
Um dia Eu enxugarei cada lágrima de seus olhos e tirarei toda a dor que sofreu aqui nesta terra… (Apocalipsis 21:3-4)
Se você recebe o presente de meu filho Jesus, você me recebe… (1º Juan 2:23)
E nenhuma coisa poderá separar outra vez você do meu amor… (Romanos 8:38-39)
Volte a casa e participe da maior festa celestial que nunca você viu … (Lucas 15:7)
A pergunta é…Quer você ser meu filho?… (João 1:12-13)
Eu estou esperando por você… (Lucas 15:11-32)
Com Amor, Seu Pai Onipotente.
Deus.
sábado, 24 de março de 2012
Campeões em Desculpas
Por que você fez isso? Porque fulano pediu. Mas eu disse que não era seguro, você deveria ter obedecido. Eu obedeci, mas como fulano pediu, precisei fazer. Precisou? É, não tive culpa. Ah, entendi.
O parágrafo acima parece conversa de bêbado. Mas é mais comum do que se imagina. Crianças, adolescentes, jovens, adultos e velhos conhecem esse tipo de diálogo, muitos, inclusive, abusam do expediente. Desculpas livram de culpas e responsabilidades, pensam. É certo que não livram. Quem convive com gente que vive pedindo desculpa sabe disso. A verdade é que desculpas esfarrapadas cansam. Ter de discutir todo dia com quem não assume deveres e papéis é das tarefas mais estafantes.
Pergunte para as esposas que são mãe e pai ao mesmo tempo por imposição da necessidade, pois o marido vive no bar e não assume sua parte. Pergunte para maridos que se tornaram um caixa 24h onde esposa e filhos só querem sacar, gastando descontroladamente em shoppings, pizzas, bares, festas, cabeleireiros, academias, etc, etc e etc. Todos, sem exceção, justificam suas demandas com insistentes e manjadas desculpas.
Adão e Eva fizeram escola. Se as lições para manter um relacionamento puro com Deus são difíceis de aprender, a lição das desculpas aprendemos fácil e rápido. O pastor não prepara um bom sermão porque são muitas as visitas. O grupo de louvor não ensaia porque metade dos componentes só atrasa. Jovens não ouvem o sermão porque o pastor é fraco. 80% da igreja não participa de estudos bíblicos porque a didática deixa a desejar. O cônjuge decide se separar porque merece ser feliz. O menino e a menina decidem pelo sexo antes do casamento porque se amam e ponto. Sou assim porque meus pais não ajudam.
Pare e pense. Desculpas só adiam problemas. Desculpas intensificam a tensão dos confrontos, pois um dia o esclarecimento de mal entendidos, o face a face, chega. Então, verdades que estão aguardando para virem a tona, saltam. Desculpas formam uma geração de covardes, dissimulados e imaturos. Desculpas não favorecem diálogos construtivos, eliminando todas as possibilidades de ensinar e aprender.
Para os reis da desculpa, de tanto que a usam, a mesma vai perdendo o valor a cada dia. Usam desculpinhas a toda hora e momento, desde assuntos graves até os mais banais e, nas situações realmente necessárias simplesmente não pedem desculpas, pois o orgulho dos reis da desculpa é muito grande para pedirem desculpa! Em outras palavras, reis da desculpa usam dela, mas não se submetem a ela.
Foi só uma brincadeira. Esta foi a justificativa dada por um dos três jovens de Lindóia-SP, que amarraram um mendigo a um poste da cidade. Sobre este fato ouvi e li uma série de opiniões indignadas. Indignação justa, concordo. Mas falta refletirmos sobre as desculpas cínicas e irônicas que povoam nosso dia-a-dia, fazendo com que a palavra compromisso vá perdendo todo seu significado e valor. Despertemos, corremos o risco de descobrirmos tarde demais a seriedade das pessoas e das coisas que insistimos em tratar como só uma brincadeira. A vida cobra, e a conta chega.
Paz!
pr. Edmilson Mendes
terça-feira, 13 de março de 2012
Sem Perdão não Existe Amanhã
Alguém já disse que a família é o lugar dos maiores amores e dos maiores ódios.
Compreensível: quem mais tem capacidade de amar, mais tem capacidade de ferir. A mão que afaga é aquela de quem ninguém se protege, e quando agride, causa dores na alma, pois toca o ponto mais profundo de nossas estruturas afetivas. Isso vale não apenas para a família nuclear: pais e filhos, mas também para as relações de amizade e parceria conjugal, por exemplo.
Em mais de vinte anos de experiência pastoral observei que poucos sofrimentos se comparam às dores próprias de relacionamentos afetivos feridos pela maldade e crueldade consciente ou inconsciente. Os males causados pelas pessoas que amamos e acreditamos que também nos amam são quase insuperáveis. O sofrimento resultado das fatalidades são acolhidos como vindos de forças cegas, aleatórias e inevitáveis. Mas a traição do cônjuge, a opressão dos pais, a ingratidão dos filhos, a rixa entre irmãos, a incompreensão do amigo, nos chegam dos lugares menos esperados: justamente no ninho onde deveríamos estar protegidos se esconde a peçonha letal.
Poucas são minhas conclusões, mas enxerguei pelo menos três aspectos dessa infeliz realidade das dores do amar e ser amado. Primeiro, percebo que a consciência da mágoa e do ressentimento nos chega inesperada, de súbito, como que vindo pronta, completa, de algum lugar. Mas quando chega nos permite enxergar uma longa história de conflitos, mal entendidos, agressões veladas, palavras e comentários infelizes, atos e atitudes danosos, que foram minando a alegria da convivência, criando ambientes de estranhamento e tensões, e promovendo distâncias abissais.
Quando nos percebemos longe das pessoas que amamos é que nos damos conta dos passos necessários para que a trilha do ressentimento fosse percorrida: um passo de cada vez, muitos deles pequenos, que na ocasião foram considerados irrelevantes, mas somados explicam as feridas profundas dos corações.
Outro aspecto das dores do amar e ser amado está no paradoxo das razões de cada uma das partes. Acostumados a pensar em termos da lógica cartesiana: 1 + 1 = 2 e B vem depois de A e antes de C, nos esquecemos que a vida não se encaixa nos padrões de causa e efeito do mundo das ciências exatas. Pessoas não são máquinas, emoções e sentimentos não são números, relacionamentos não são engrenagens. É ingenuidade acreditar que as relações afetivas podem ser enquadradas na simplicidade dos conceitos certo e errado, verdade e mentira, preto e branco. A vida é zona cinzenta, pessoas podem estar certas e erradas ao mesmo tempo, cada uma com sua razão, e a verdade de um pode ser a mentira do outro. Os sábios ensinam que “todo ponto de vista é a vista de um ponto”, e considerando que cada pessoa tem seu ponto, as cores de cada vista serão sempre ou quase sempre diferentes. Isso me leva ao terceiro aspecto.
Justamente porque as feridas dos corações resultam de uma longa história, lida de maneiras diferentes pelas pessoas envolvidas, o exercício de passar a limpo cada passo da jornada me parece inadequado para a reconciliação. Voltar no tempo para identificar os momentos cruciais da caminhada, o que é importante para um e para outro, fazer a análise das razões de cada um, buscar acordo, pedir e outorgar perdão ponto por ponto não me parece ser a melhor estratégia para a reaproximação dos corações e cura das almas.
Estou ciente das propostas terapêuticas, especialmente aquelas que sugerem a necessidade de re–significar a história e seus momentos específicos: voltar nos eventos traumáticos e dar a eles novos sentidos. Creio também na cura pela fala. Admito que a tomada de consciência e a possibilidade de uma nova consciência produzem libertações, ou, no mínimo, alívios, que de outra maneira dificilmente nos seriam possíveis. Mas por outro lado posso testemunhar quantas vezes já assisti esse filme, e o final não foi nada feliz. Minha conclusão é simples (espero que não simplória): o que faz a diferença para a experiência do perdão não é a qualidade do processo de fazer acordos a respeito dos fatos que determinaram o distanciamento, mas a atitude dos corações que buscam a reaproximação. Em outras palavras, uma coisa é olhar para o passado com a cabeça, cada um buscando convencer o outro de sua razão, e bem diferente é olhar para o outro com o coração amoroso, com o desejo verdadeiro do abraço perdido, independentemente de quem tem ou deixa de ter razão. Abraços criam espaço para acordos, mas a tentativa de celebrar acordos nem sempre termina em abraços.
Essa foi a experiência entre José e seus irmãos. Depois de longos anos de afastamento e uma triste história de competições explícitas, preferências de pai e mãe, agressões, traições e abandonos, voltam a se encontrar no Egito: a vítima em posição de poder contra seus agressores. José está diante de um dilema: fazer justiça ou abraçar. Deseja abraçar, mas não consegue deixar o passado para trás. Enquanto fala com seus irmãos sai para chorar, e seu desespero é tal que todos no palácio escutam seu pranto. Mas ao final se rende: primeiro abraça e depois discute o passado. Essa é a ordem certa. Primeiro, porque os abraços revelam a atitude dos corações, mais preocupados em se (re)aproximar do que em fazer valer seus direitos e razões. Depois, porque, no colo do abraço o passado perde força e as possibilidades de alegrias no futuro da convivência restaurada esvaziam a importância das tristezas desse passado funesto.
Quando as pessoas decidem colocar suas mágoas sobre a mesa, devem saber que manuseiam nitroglicerina pura. As palavras explodem com muita facilidade, e podem causar mais destruição do que promover restauração. Não são poucos os que se atrevem a resolver conflitos, e no processo criam outros ainda maiores, aprofundam as feridas que tentavam curar, ou mesmo ferem novamente o que estava cicatrizado. Tudo depende do coração. O encontro é ao redor de pessoas ou de problemas? A intenção é a reconciliação entre as pessoas ou a busca de soluções para os problemas? Por exemplo, quando percebo que sua dívida para comigo afastou você de mim, vou ao seu encontro em busca do pagamento da dívida ou da reaproximação afetiva? Nem sempre as duas coisas são possíveis. Infelizmente, minha experiência mostra que a maioria das pessoas prefere o ressarcimento da dívida em detrimento do abraço, o que fatalmente resulta em morte: as pessoas morrem umas para as outras e, consequentemente, as relações morrem também. A razão é óbvia: dívidas de amor são impagáveis, e somente o perdão abre os horizontes para o futuro da comunhão. Ficar analisando o caderno onde as dívidas estão anotadas e discutindo o que é justo e injusto, quem prejudicou quem e quando, pode resultar em alguma reparação de justiça, mas isso é inútil – dívidas de amor são impagáveis.
Mas o perdão tem o dia seguinte. Os que recebem perdão e abraços cuidam para não mais ferir o outro. Ainda que desobrigados pelo perdão, farão todo o possível para reparar os danos do caminho. Mas já não buscam justiça. Buscam comunhão. Já não o fazem porque se sentem culpados e querem se justificar para si mesmos ou para quem quer que seja, mas porque se percebem amados e não têm outra alternativa senão retribuir amando. As experiências de perdão que não resultam na busca do que é justo desmerecem o perdão e esvaziam sua grandeza e seu poder de curar. Perdoar é diferente de relevar. Perdoar é afirmar o amor sobre a justiça, sem jamais sacrificar o que é justo. O perdão coloca as coisas no lugar. E nos capacita a conviver com algumas coisas que jamais voltarão ao lugar de onde não deveriam ter saído. Sem perdão não existe amanhã.
Autor: Pastor Ed René Kivitz
Fonte www.edrenekivitz.com
segunda-feira, 12 de março de 2012
O Espírito de Jezabel - Estudo Bíblico
O espírito de Jezabel é uma referência à rainha Jezabel, mulher do rei Acabe. Uma mulher rebelde, manipuladora, que destruiu os profetas do Senhor, conforme narrado no livro de I Reis, na época do profeta Elias.Jezabel é identificada em Ap. 2:20-26 atuando na igreja: "Mas tenho contra ti que toleras Jezabel, mulher que se diz profetiza, ensina e engana meus servos, para que se prostituam e comam dos sacrifícios da idolatria. E dei-lhe tempo para que se arrependesse da sua prostituição e não se arrependeu. Eis que a porei numa cama e sobre os que adulteram com ela virá grande tribulação se não se arrependerem das suas obras. E ferirei de praga a seus filhos e todas as igrejas saberão que Eu sou aquele que sonda os rins e os corações. E darei a cada um de vós segundo as suas obras. Mas eu vos digo a vós e aos restantes que estão em Tiatira, a todos quantos não têm esta doutrina e não conheceram como dizem, as profundezas de Satanás, que outra carga vos não porei. Mas o que tendes retende-o até que Eu venha. E ao que vencer e guardar até ao fim as Minhas obras Eu lhe darei poder sobre as nações".
Jezabel não consegue ter amizade nem comunhão com ninguém que ela não possa manipular e dominar no seu relacionamento.
Este espírito pode atuar sobre homem ou mulher, mas as mulheres são mais vulneráveis a ele porque quando manipulam e controlam o fazem sem usar força física. Este espírito energiza mulheres que são inseguras, vãs, ciumentas e dominadoras, que têm um desejo consumidor para controlar. O alvo principal deste principado é controlar e usar até a paixão sexual como uma de suas armas.
O espírito de Jezabel é encontrado geralmente nas posições de influência e liderança. Procura conquistar a confiança das pessoas para poder influenciá-las. Na igreja, segundo a irmã Pickett, as pessoas que obedecem a esse espírito possuem uma vontade muito forte, religiosidade e talento. Apresenta-se prestativa ou prestativo para serviços especiais, mas sua motivação é controlar. Pode até ser a esposa do pastor, às vezes. Pode ser então qualquer líder cuja motivação de liderança é aparecer e controlar os outros.
Se a pessoa sob a influência deste espírito não pode ser um líder, procura ganhar a confiança dos líderes a tal ponto que eles irão confidenciar suas fraquezas e até pecados que ela usará contra eles mesmos para dominá-los. Quando esta pessoa apresenta-se servil é só para ganhar um lugar de influência e controle. E odeia os verdadeiros profetas porque eles condenam o pecado em todas as suas formas e entronizam Jesus como o Único Senhor e Comandante da Igreja.
DEFESA CONTRA O ESPÍRITO DE JEZABEL
1- Nossa defesa contra este espírito é dar ao Espírito Santo total liberdade e preeminência nesta Igreja. Só Ele deve ser agradado. A aparência das pessoas não pode ser respeitada. O Espírito Santo revela o profundo e o escondido. Nós agora mesmo estamos sob Sua Luz Reveladora. Tudo o que é oculto, toda a impureza, toda a prostituição, todo o mal intento, toda a fofoca, toda a maledicência, toda a murmuração e insatisfação será descoberta e apagada pelo Espírito de Deus nesta Igreja. Toda raiz de divisão, de facção, de contenda será tratada. Todos sabem que Ele é Aquele que sonda os rins e os corações. Ele dará a cada um de nós segundo as nossas obras.
2- Combatemos o espírito de Jezabel pregando o Arrependimento verdadeiro que traz a presença de Jesus, que limpa e purifica a Igreja e estabelece-a em pureza e poder.
Pregamos o arrependimento não para atacar pessoas e discriminar vidas. Todos carecemos da graça de Jesus, porque todos somos pecadores e todos carecemos de arrependimento em alguma área de nossas vidas.
Pregamos o arrependimento que, segundo Deus, vem pela tristeza e pelo quebrantamento.
Quem vive magoado, ressentido, ofendido com seus parentes, amigos, irmãos e até com os líderes da igreja e com seu pastor, é chamado a perdoar e buscar a reconciliação, pois se não perdoardes aos homens as suas ofensas também o vosso Pai Celestial não vos perdoará.
Quem anda por caminhos tortuosos é convidado a andar direito.
Quem vive amasiado é convidado a casar-se conforme manda a Lei de Deus ou então que se separe até que regularize sua situação ou então que se separe mesmo e busque uma vida de santidade. Jesus mostrou muito amor à mulher samaritana e deu-lhe as palavras de vida eterna, mas não deixou de tratar do seu pecado, pois ela tinha tido cinco maridos, mas o que com ela estava vivendo não era seu marido.
Quem anda mexericando e falando da vida dos outros, é convocado a mudar suas palavras.
Quem anda fornicando, se prostituindo, de namoricos e desejos impuros e lascivos é convocado a mudar de vida, porque sem santificação ninguém verá o Senhor.
Pregamos e buscamos nesta igreja o arrependimento que produz uma vida de testemunho santo.
3-Combatemos o espírito de Jezabel buscando humildade. Queremos ter um coração de servo. Consideramos os outros superiores a nós mesmos buscando cultivar o mesmo sentimento de humildade que houve em Cristo Jesus.
4- Nossa defesa está operando eficazmente contra este espírito malígno e sua influência, porque nós cremos e desejamos ouvir os profetas de Deus que nos anunciam todo o conselho de Deus. Profetas que têm visões de Deus, que levam o povo de Deus a aproximarem dEle e que nos apontam que a solução de todos os nossos traumas, de todos os nossos pecados e fraquezas é a Cruz do calvário, a Cruz que Jesus usou para nos salvar.
Autor: Josué Gonçalves
Assinar:
Postagens (Atom)

